Bom dia! A Faria Lima encerra a sexta-feira com a sensação de que a semana não foi boa, mas poderia ter sido muito pior. No acumulado até quinta, o Ibovespa recua 0,46%, um tombo modesto ante o tamanho da ameaça que o ataque político de Trump representa para a economia brasileira. Claro, essa é uma avaliação de curto prazo. Desde o recorde recente do Ibov, alcançado em 4 de julho, o tombo da bolsa brasileira é expressivo: -4,11%. O dia tem viés positivo nos mercados financeiros internacionais. Os futuros americanos sobem, e as principais bolsas europeias acompanham. O EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, também começa a manhã no positivo. Não que haja qualquer motivo concreto para otimismo. A guerra político-comercial dos Estados Unidos segue trazendo incertezas para a economia e os mercados financeiros. E a agenda econômica desta sexta é fraca, o que deixa investidores sem fatos concretos novos para apoiar suas decisões. No Brasil, o dia vai depender da disposição da Faria Lima em ignorar Brasília, que registra fogo-cruzado (metafórico, é bom dizer) na Praça dos Três Poderes. Um resumo, que nem de longe abarca todos os conflitos abertos é o seguinte: o Supremo restabeleceu parte do decreto do IOF proposto pelo governo, enquanto o Parlamento aprovou nova pauta-bomba. Já o Executivo decidiu vetar o aumento no número de deputados. Bons negócios. |
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