Bom dia! É feriado nos Estados Unidos nesta sexta-feira, o que deixa os mercados financeiros globais mais voláteis. Não só porque o volume de negócios se reduz sem a participação de Wall Street, mas também porque o presidente americano, Donald Trump, não deve tirar folga. Trump deve assinar, no final do dia, a sua "grande e bela lei" que reduz impostos às custas de corte de gastos em programas sociais. Mas, mesmo com as medidas de Robin Hood às avessas, a compensação não será completa, o que deve pressionar mais uma vez a dívida pública do país. Além disso, os EUA começam a enviar cartas a parceiros que não cederam à pressão dos acordos comerciais, anunciando que as alíquotas vão voltar a ser implementadas após o período de trégua. Trump fala em impostos extras sobre a importação de até 70%. Nisso, as bolsas europeias recuam nesta sexta-feira, num pregão de agenda fraca nos principais mercados. Na Europa, foi divulgada pela manhã a inflação ao produtor. Houve deflação de 0,6%, maior que a expectativa de queda de 0,5%. No Brasil, a agenda também é fraca. Na véspera, o Ibovespa renovou sua máxima histórica nominal, subindo a 140.923 pontos. Resta saber qual será a disposição da Faria Lima de repetir o feito em um pregão de fechamento de semana, sob a sombra de Donald Trump. Bons negócios. |
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