O ministro da Justiça, Flávio Dino, enfrentou nesta quarta-feira (13) o escrutínio dos senadores em busca da aprovação da sua indicação ao Supremo Tribunal Federal. Como era esperado, Dino deixou de lado a agressividade e a verve de suas aparições anteriores no Congresso e fez um apelo à conciliação -que incluiu conversa ao pé de ouvido com o adversário político Sergio Moro (União Brasil-PR). Josias de Souza elogiou a fala de Dino, que, segundo ele, soube descartar acusações oposicionistas de que vá ter uma "atuação política" no STF. Carolina Brígido ressaltou que Dino, acusado de "político" por políticos bolsonaristas, elencou nomes de ex-ministros da corte suprema que, antes da indicação, atuaram como parlamentares. Para Reinaldo Azevedo, a atuação de Dino "honra o direito", e o atual ministro acertou ao dizer que "a toga não tem cor". Já Tales Faria avalia que Dino errou ao "fugir" de questionamentos do senador Rogério Marinho (PL-RN) sobre sua isenção para julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro, a quem criticou duramente nos últimos anos. Carolina Brígido: Moro resume passeio de Dino no Senado: 'Não vim aqui para criticar' Carolina Brígido: 'Compromisso ético' de Dino no Senado mostra diferença em relação a Gonet Josias de Souza: Fala de Dino derrete acusação de eventual atuação política no STF Reinaldo Azevedo: Atuação de Dino honra o direito; vexame de Marinho prova o vazio da direita Reinaldo Azevedo: Dino está certo; toga não tem cor e não há demérito em ser político Reinaldo Azevedo: Delírio achar que Dino terá alinhamento automático com Moraes no STF Reinaldo Azevedo: Bolsonaristas acusam Dino de não ser 'um deles', o que é ótimo Tales Faria: Dino erra ao fugir de perguntas difíceis de Marinho Kennedy Alencar: Dino tirou a armadura, vestiu a toga e deixou a oposição a ver navios |
Nenhum comentário:
Postar um comentário