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| Advogado de Jair Bolsonaro e figura próxima do ex-governante, Frederick Wassef afirmou à Polícia Federal que recomprou o Rolex, dado de presente à Presidência e vendido clandestinamente nos EUA, a pedido de Fabio Wajngarten. A afirmação faz parte de depoimento ao qual VEJA teve acesso e reforça o papel do ex-chefe da Secom no governo Bolsonaro no caso das joias. Segundo Wassef, Wajngarten o orientou a trazer o acessório de volta ao Brasil diante da possibilidade de o TCU ordenar sua devolução. | | | | | |
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| Indicado por Lula ao STF, Flávio Dino iniciou sua caminhada para angariar votos no Senado antes da sabatina. O ministro da Justiça vai priorizar encontros com parlamentares indecisos sobre sua aprovação. Alvo da oposição durante sua gestão na pasta, Dino acenou com um discurso apaziguador e declarou que 'quem vai ao Supremo deixa de ter lado político'. Ao comentar suas escolhas, incluindo a de Paulo Gonet para o comando da PGR, Lula afirmou que 'eram as melhores pessoas que eu poderia indicar'. | | | | | |
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| Em discurso durante sua viagem pelo Oriente Médio, Lula disse que o Brasil será 'a Arábia Saudita da energia verde' em dez anos. Em Riad, o presidente destacou iniciativas sustentáveis do país e reafirmou compromissos ambientais como zerar o desmatamento na Amazônia até 2030. Na área econômica, o Brasil fechou um acordo de transição energética com os sauditas. No seu terceiro dia de viagem pela região, Lula cumpre agenda no Catar nesta quinta e depois segue para Dubai, onde participará da COP28. | | | | | |
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| O plenário do Senado aprovou, em votação simbólica, o projeto que institui a taxação de offshores e de fundos exclusivos, conhecidos como super-ricos. O texto segue agora para a sanção do presidente Lula. A proposta é vista como primordial nos planos do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para aumentar as receitas e cumprir a meta fiscal. Segundo o projeto, a taxação variará entre 15% no caso de fundos de longo prazo e 20% para investimento de até um ano. | | | | | |
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