segunda-feira, 18 de abril de 2022

Resumo VEJA: Coronavírus

As principais informações sobre o impacto da pandemia no Brasil e no mundo
 
Abril Comunicações
 
 
Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 504.597.088 contaminados e 6.198.694 mortos no mundo. No Brasil são 30.252.618 contaminados e 662.207 mortos. Os dados são da Universidade Johns Hopkins.

O número de doses de vacina aplicadas no planeta chegou a 11,4 bilhões. No Brasil são 424.000.259 de unidades administradas. Os dados são da Bloomberg (mundial) e de VEJA (nacional).
 
FIM DA EMERGÊNCIA SANITÁRIA
 
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) em decorrência da pandemia. De acordo com o ministro, um ato normativo será oficialmente editado nos próximos dias. A medida deverá impactar ao menos 170 regras no Ministério da Saúde, incluindo a autorização de uso emergencial de remédios e vacinas. Queiroga ressaltou que a decisão não significa que o Brasil está livre da Covid-19. "Continuaremos a conviver com o vírus", afirmou.
 
QUEDA ACENTUADA NA MÉDIA DE MORTES
 
Dados compilados por VEJA apontam o reflexo do avanço da vacinação em detrimento da letalidade da Covid-19. Com mais de 40% da população imunizada com a dose de reforço, a média móvel de mortes desta Páscoa foi 96,3% menor do que a registrada no mesmo feriado em 2021: 100,3 contra 2.746,7. Em comparação com catorze dias atrás, houve queda de 44,6%. Já a média de casos ficou em 14.316,6, número 77,7% menor do que o registrado há um ano. Em relação a duas semanas atrás, o recuo foi de 36,2%.
 
REFORÇO PARA CRIANÇAS
 
O reforço com a vacina contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech aumenta a proteção contra a ômicron em crianças de 5 a 11 anos, informaram as empresas após estudo com 140 pessoas desta idade sem comorbidades. A subanálise de 30 soros imunológicos apontou que o imunizante aumentou em 36 vezes os títulos de anticorpos neutralizantes em relação aos níveis alcançados com o esquema inicial, com duas doses. Em relação ao SARS-CoV-2 original, o aumento foi de seis vezes. Na pesquisa, as crianças receberam o reforço cerca de seis meses após a segunda dose.
 
BAFÔMETRO PARA DETECTAR O VÍRUS
 
A agência reguladora de medicamentos dos EUA autorizou o uso emergencial do primeiro dispositivo para diagnosticar Covid-19 por meio de amostras respiratórias. O bafômetro, do tamanho de uma bagagem de mão, é capaz de identificar infecções pelo vírus em menos de três minutos e pode avaliar 160 amostras por dia. A agência informou que o equipamento pode ser usado em hospitais, consultórios médicos e locais com testes móveis, sob supervisão de um profissional de saúde, por operadores qualificados e treinados. A eficácia do produto ultrapassou os 90% nos ensaios clínicos.
 
 
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