| | Leia um trecho da reportagem: "Com a tática de 'os ladrões são os outros', o presidente também tenta jogar uma cortina de fumaça sobre os escândalos de sua própria gestão, protagonizados em ministérios sensíveis, como os da Saúde e da Educação. O discurso está bem alinhado. No caso da compra da vacina Covaxin, Bolsonaro e aliados repetirão que 'nenhum centavo' foi gasto na aquisição do imunizante. Sobre a influência de pastores na liberação de verbas destinadas pelo Ministério da Educação para municípios, a ideia é dizer que Bolsonaro confia na inocência do ex-ministro Milton Ribeiro, mas, por garantia, afastou o aliado até a conclusão das investigações." | |
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