Olá, investidor. Como vai? As tensões políticas internas comandaram as atenções ontem (08) e o Ibovespa fechou em queda de 3,78%, cotado a 113.412 pontos. A escalada de tensões iniciada na terça (07) gerou reações no Congresso e no Supremo Tribunal Federal. Arthur Lira, presidente da Câmara, tentou ser conciliador. Já o ministro Luiz Fux, presidente do STF, foi firme na defesa do Judiciário contra os ataques do presidente da República. Para piorar, caminhoneiros começaram a bloquear rodovias ontem em diversos estados, numa manifestação dispersa e sem pauta definida. E hoje, o que esperar? A situação institucional brasileira segue como pior obstáculo para os ativos de risco. O mercado teme que 2022 vire um pesadelo fiscal. É muito difícil prever o desfecho dessa situação. O momento é de cautela. No cenário macroeconômico, teremos a divulgação do IPCA de agosto. Um número ainda pressionado deve levar a nova alta de 1 ponto percentual na Taxa Selic na próxima reunião do Copom, no final de setembro, para 6,25% ao ano. No mercado internacional, a maioria das bolsas opera em queda, com investidores preocupados com a desaceleração da economia mundial. Na China, o regulador voltou a pressionar as empresas de games para que sejam mais eficazes na política de controle de "vício". Na Europa, a decisão do Banco Central sobre os estímulos à economia é bastante aguardada. Muitos analistas apostam no início de um programa de redução. Nos EUA, a divulgação do Livro Bege, elaborado pelos bancos centrais regionais, aponta desaceleração na economia americana. O cenário macroeconômico mundial para os próximos meses é bastante desafiador. No 'Investigando o Mercado' (exclusivo para assinantes do UOL Economia+): novidades da Via e da CCR. Um abraço, Felipe Bevilacqua. Analista de Investimentos de Levante CNPI - Analista certificado pela Apimec Gestor CGA - Gestor de Fundos certificado pela Anbima Administrador de Recursos e Gestor autorizado pela CVM Queremos ouvir vocêTem alguma dúvida ou sugestão sobre investimentos? Mande sua pergunta para uoleconomiafinancas@uol.com.br. Ainda não é assinante do UOL Economia+? Conheça as vantagens de ter o conteúdo exclusivo sobre investimentos.

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