EDIÇÃO #351 - 15 DE JUNHO DE 2026
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O PODER DO COLETIVO: O AVANÇO DOS ECOSSISTEMAS DE IMPACTO NÃO DEPENDE SÓ DO QUE FAZEMOS, MAS DE COMO ESCOLHEMOS COLABORAR
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Resolver os problemas complexos do nosso tempo — da emergência climática às desigualdades sociais profundas — exige, quase sempre, colaboração em rede. O Sense-Lab, consultoria que atua na interface estratégica entre empresas, sociedade civil e governo, percebeu isso logo no início de sua operação, há 12 anos, como conta seu fundador, Andreas Ufer.
“Desde o começo, a gente acabou sendo chamado para ajudar a intervir, desenvolver e apoiar redes. A partir dessas vivências, entendemos que existia muita prática de articulação, mas pouca sistematização sobre como se estrutura uma boa rede e o desenvolvimento de estratégias conjuntas.”
Foi exatamente desse diagnóstico que nasceu o estudo Iniciativas Multiatores de Desenvolvimento de Ecossistemas de Impacto, realizado com o apoio de Fundação Grupo Boticário, Fundo Vale, Instituto de Cidadania Empresarial (ICE), Instituto Arapyaú e Instituto Sabin.
O mapeamento levou um ano e meio de preparação. Nesse período, o time do Sense-Lab:
🔹 Listou mais de 150 redes, coalizões e arranjos;
🔹 Analisou os dados de 82;
🔹 Mergulhou profundamente em 24 iniciativas;
🔹 Focou seus esforços em 17 voltadas ao desenvolvimento de ecossistemas.
O objetivo da pesquisa? Investigar a fundo aspectos cruciais como estratégia, governança, modelos de financiamento, o papel da liderança e as condições reais que ditam o sucesso dessas uniões. Em entrevista ao Draft, Andreas compartilhou insights desse projeto.
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POR DENTRO DO FILME "THE HOPE ECONOMY"
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Gui Brammer, idealizador do documentário sobre pessoas e projetos que estão criando soluções para os maiores desafios do planeta, fala dos bastidores da produção.
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UM CURSO DE "FOCAS" PARA O PÚBLICO MADURO
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A jornalista Lilian Liang abraçou a missão de conscientizar a sociedade sobre o bom envelhecimento. Hoje ela se dedica ao curso de formação Repórter 60+.
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O Sebrae reconhecerá empreendedoras de São Paulo com prêmios de até R$ 50 mil em cinco categorias: MEI; Pequenos Negócios; Produtora Rural e Artesanato; Ciência e Tecnologia; e Negócios Internacionais. Podem participar mulheres maiores de 18 anos com negócio formalizado até janeiro de 2025.
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Quando: inscrições até 19 de junho
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PMEs, ONGs e escolas de ensino médio podem submeter soluções nas categorias de Saúde, Alimentação, Energia, Água, Ação Climática e Escolas de Ensino Médio Globais. O fundo total é de US$ 7,2 milhões, com prêmio de US$ 1 milhão por categoria e até US$ 150 mil para seis escolas.
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Quando: inscrições até 22 de junho
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A Natura selecionará de sete a dez startups de soluções ou produtos no setor de beleza e cuidados pessoais da América Latina para um programa de aceleração equity-free. As participantes terão acesso ao centro de P&D da empresa para cocriar produtos e ativar collabs. O programa é voltado a negócios que já passaram da ideação e buscam escalar.
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Quando: inscrições até 28 de junho
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