Bom dia!
A superquarta vem com emoção. Não por causa das prováveis decisões de cortes de juros aqui no Brasil e manutenção nos EUA. O mercado financeiro aguarda a estreia de Kevin Warsh como presidente do Fed, o BC americano. Após a decisão, ele concede sua primeira entrevista sobre a decisão.
É importante porque ele afirmou, em uma das declarações que antecederam sua nomeação para o cargo, que gostaria de mudar a forma como o Fed se comunica. E há ainda, claro, a proximidade com Donald Trump. De acordo com a ferramenta Fed Watch, o mercado financeiro limou de suas apostas a chance de corte de juros neste ano, enquanto se consolida a possibilidade de um aumento em dezembro.
No Brasil, a expectativa é de que a Selic caia 0,25 ponto percentual, para 14,25%. Não só isso, investidores acreditam que o comunicado da decisão anunciará uma trégua nos cortes, devido ao impacto da guerra no Irã sobre a inflação.
Os futuros das bolsas americanas começam o dia sem consenso. O Nasdaq sobe firme. Já o S&P está perto do zero a zero, mas no positivo, enquanto o Dow Jones tem suave queda. Na Europa, os principais índices tampouco seguem uma tendência única.
A notícia positiva é que o EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, ensaia uma recuperação, com subida de 0,55% no pré-mercado. Para além da espera pelo Copom, investidores acompanham o IBC-BR, indicador de atividade econômica do BC, após o tombo maior que o esperado no varejo. Bons negócios.
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