Bom dia!
Os mercados financeiros globais começam a semana com atenções divididas. Os futuros das bolsas americanas operam sem direção única, enquanto os índices europeus recuam.
No velho continente, a renúncia de Keir Starmer como primeiro-ministro do Reino Unido levou a uma disparada do dólar em relação à libra. A moeda britânica está perto das mínimas do ano. Ele passava por uma crise de popularidade e os pedidos para que deixasse o posto cresciam há semanas.
Trata-se de uma notícia importante, mas sem repercussão global. Enquanto isso, investidores estão com dificuldades de superar a guerra no Oriente Médio. Após troca de ameaças no início das negociações de paz entre Estados Unidos e Irã, as declarações públicas começam a chegar com um viés positivo. O resultado é a queda no preço do petróleo, que segue rondando a faixa dos US$ 80 por barril do tipo brent.
Destoando do pessimismo no exterior, o EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Wall Street, inicia o dia em alta firme, destoando do pessimismo no exterior. A agenda doméstica é fraca, com destaque para as atualizações das projeções do mercado financeiro para a Selic e a inflação após a reunião do Copom. Bons negócios.
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