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| | | | | O Ibovespa opera em estabilidade por volta das 12h30 desta terça-feira, 24, aos 182 009 pontos, após registrar queda durante a manhã. Os investidores mostram cautela diante da ata do Copom, que aumentou as incertezas em torno do ciclo de cortes na taxa de juros, especialmente devido às tensões geopolíticas. No exterior, os mercados seguem sensíveis à escalada de tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O preço do petróleo voltou a subir e retomou o patamar de 100 dólares por barril, após ter registrado queda relevante no pregão anterior.
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| | | O agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio contribui para tornar o cenário ainda mais incerto e exigir uma restrição monetária mais intensa e prolongada, afirma a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, publicada nesta terça-feira, 24. No campo doméstico, o Comitê observa sinais mistos nos indicadores econômicos. O Banco Central estima que a inflação anualizada no terceiro trimestre de 2027 deve atingir 3,3%, acima da meta de 3%. Diante desse cenário, o Comitê reafirma a necessidade de serenidade e cautela na condução da política monetária.
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PETRÓLEO VOLÁTIL E CAUTELA NO BC |
| | No programa Mercado, apresentado por Veruska Donato de segunda a sexta-feira, a tensão no Oriente Médio segue em foco. Enquanto o presidente Donald Trump afirma que os Estados Unidos estão negociando com o governo iraniano, o Irã nega a existência de tratativas. No Brasil, o destaque fica com a ata da última reunião do Copom, que sinaliza juros altos por um período mais prolongado. Há divergências entre economistas sobre a necessidade de cortes mais agressivos nos juros para evitar a implosão do balanço de empresas e orçamentos das famílias, versus a necessidade de cautela do BC. Outro ponto analisado no programa foi a sanção da Lei 15.357, que permite a venda de remédios nos supermercados. A novidade promete sacudir o setor.
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| | | O Banco de Brasília (BRB) entrou na Justiça pedindo a penhora de imóveis do ex-presidente Paulo Henrique Costa, o qual deve 1,78 milhão de reais ao banco do Distrito Federal. A informação foi publicada incialmente pela Folha de S. Paulo e confirmada por VEJA nesta terça-feira. A instituição financeira cobra o seu ex-CEO por 799,4 mil reais em empréstimos consignados e 978,3 mil reais em empréstimos pessoais. Após a notificação, Paulo Henrique Costa terá 15 dias para contestar a ação ou pagar as dividas. Se nada for feito, o executivo terá os imóveis empenhorados.
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