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| | | | | O Ibovespa dispara nesta segunda-feira (23), após sinalização de distensão no conflito entre Estados Unidos e Irã. Por volta da metade do dia, o índice subia 3,8%, aos 182.860 pontos, acompanhando o alívio global com a fala de Donald Trump sobre avanços nas negociações e adiamento de ataques militares. A queda do preço do petróleo, com o do tipo Brent recuando mais de 11%, para 94 dólares, reduziu temores inflacionários e impulsionou o apetite por risco. No cenário corporativo, as ações do BTG Pactual avançavam 5,9% após retomar as operrações com Pix depois de um ataque hacker, enquanto a Desktop disparava mais de 23% com a compra pela Claro. Já a Embraer subia mais de 6% após acordo para venda de até 46 aeronaves à Finnair. | | |
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| | | Os preços do petróleo recuam nesta segunda-feira após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sinalizar uma redução das tensões com o Irã. Em publicação nas redes sociais, Trump afirmou que teve conversas "muito boas e produtivas" com lideranças do país e que decidiu adiar por cinco dias ataques a instalações energéticas iranianas. Na metade do dia, o preço do barril caía 11%, devolvendo parte da alta recente provocada pela escalada militar no Oriente Médio. O movimento traz alívio aos mercados globais, reduz pressões inflacionárias e influencia diretamente ativos sensíveis à commodity, como moedas e bolsas. | | | | |
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TRÉGUA NO ORIENTE MÉDIO E IMPACTO GLOBAL |
| | No programa Mercado, apresentado por Veruska Donato de segunda a sexta-feira, o destaque foi a sinalização de negociação entre Estados Unidos e Irã, após Donald Trump adiar por cinco dias possíveis ataques a infraestruturas energéticas. O movimento derrubou o preço do petróleo em quase 9%, com o tipo Brent voltando para a casa dos 100 dólares, e melhorou o humor global. Bolsas reduziram perdas, inclusive no Brasil, e o dólar recuou. Mesmo assim, o impacto persiste, já que o Boletim Focus elevou as projeções para 2026 do IPCA, de 4,1% para 4,17% e da Selic de 12,25% para 12,5%. A crise também pressiona custos de fertilizantes, dos quais o Brasil importa cerca de 85%, com risco de alta nos alimentos.
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| | | A semana será marcada pela divulgação de resultados de 14 empresas referentes ao quarto trimestre de 2025 e ao consolidado do ano. Entre os destaques estão a JBS e a Azul. No caso da JBS, analistas projetam Ebitda ajustado de 8,7 bilhões de reais, abaixo dos 10,8 bilhões de um ano antes, enquanto o lucro líquido deve subir para 2,6 bilhões. Já a Azul divulga números após encerrar seu processo de recuperação judicial nos Estados Unidos, que permitiu reduzir em 2,5 bilhões de dólares suas dívidas. A companhia vinha de alta de 15% na receita até setembro, para 16 bilhões de reais, mas com prejuízo ajustado de 3,9 bilhões. A temporada de balanços se aproxima do fim e segue no radar dos investidores. | | | | |
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