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| | | | | O Ibovespa opera em alta aos 182.813 pontos por volta das 12h00 desta segunda-feira, 30, em um movimento de recuperação após dias de forte turbulência nos mercados globais. O alívio veio com sinais de possível acomodação das tensões no Oriente Médio, o que aumentou o apetite por risco entre investidores. No cenário doméstico, ações de bancos e grandes empresas ajudaram a sustentar a alta, acompanhando o movimento positivo no exterior. Ainda assim, o ambiente segue volátil, com o conflito geopolítico e seus impactos sobre o petróleo e a inflação permanecendo no radar do mercado.
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| | | A inadimplência voltou a crescer no Brasil em fevereiro, reforçando o cenário de pressão sobre o orçamento das famílias. Nos últimos 12 meses até fevereiro, houve um aumento de 1,1 ponto percentual do endividamento das famílias, com o indicador indo de 48,6% para 49,7%. O avanço reflete um contexto ainda desafiador, marcado por juros elevados e renda comprimida, o que dificulta a regularização das dívidas. Na prática, mais consumidores seguem sem conseguir manter as contas em dia, o que limita o acesso ao crédito e reduz o consumo.
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| | | No programa Mercado desta segunda-feira, 30, apresentado por Veruska Donato, o destaque foi a pressão inflacionária no Brasil. A economista Laura Pacheco repercutiu a alta do IGP-M em março e afirmou que o movimento reflete o aumento dos preços, influenciado, entre outros fatores, pelas tensões no Oriente Médio. A expectativa é de um IPCA também elevado, o que pode impactar diretamente as próximas decisões do Banco Central do Brasil sobre a taxa de juros.
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PRESSÃO INFLACIONÁRIA PERSISTE |
| | O mercado financeiro elevou novamente as projeções de inflação no Brasil, segundo o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central do Brasil. A estimativa para o IPCA de 2026 subiu para 4,31%, na terceira alta consecutiva, indicando piora na percepção inflacionária. Já quanto ao produto interno bruto , a projeção de crescimento segue estável, de 1,85% para este ano. A previsão para a taxa Selic foi mantida em 12,50%, reforçando a expectativa de juros elevados por mais tempo diante de uma inflação mais resistente.
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