Bom dia!
Se há uma conclusão a ser colhida das decisões do Fed e do BC brasileiro sobre as taxas de juros, anunciadas na quarta-feira, é a de que a cautela com uma possível volta da inflação, consequência da guerra no Oriente Médio, está bem fundamentada na realidade.
Os preços do petróleo disparam mais de 7% nesta quinta-feira após novos bombardeios do Irã a regiões produtoras nos países vizinhos, isso enquanto Donald Trump ameaça bombardear justamente instalações produtoras de energia ligadas a Teerã. O barril do tipo brent é negociado a US$ 115, após ter superado os US$ 118 na madrugada.
O resultado da destruição de infraestruturas de produção e exportação de petróleo é óbvio: o fim da guerra não significaria a volta do abastecimento de matérias-primas para o mundo. Nisso, a inflação segue pressionada.
Nesta quinta, a Europa estende a superquarta, com decisões de juros no Reino Unido e na Zona do Euro. Os futuros das bolsas americanas amanhecem em queda na faixa de 0,50%, enquanto os principais índices europeus afundam entre 1% e 2%. O EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, também recua. A agenda doméstica é fraca. Bons negócios.
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