Bom dia!
Os mercados financeiros globais começam a terça-feira em queda, em uma reação à escalada do conflito no Oriente Médio. Israel, que teria convencido os Estados Unidos a iniciar os ataques ao Irã, anunciou que planeja ocupar partes "estratégicas" do Líbano, enquanto Teerã retalia com novos ataques na região. O noticiário internacional aponta para bombardeios à embaixada americana no Kuwait.
O petróleo, símbolo máximo dos impactos globais de conflitos no Oriente Médio, sobe mais de 5% nesta manhã, para acima de US$ 82 por barril. O novo patamar deve ter implicações sobre a inflação global.
Na véspera, o presidente americano, Donald Trump, disse esperar que a guerra se estenda por quatro a cinco semanas. A reação dos mercados indica uma descrença em um conflito com fim previsível.
O EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, recua mais de 2% nesta manhã, isso após o Ibovespa ter escapado do negativo na segunda-feira. A Faria Lima deve passar o dia com atenções divididas entre o noticiário geopolítico e a economia doméstica. O IBGE divulga nesta manhã o PIB do quarto trimestre, sob expectativa de que a economia tenha estagnado no final do ano. À tarde, o Ministério do Trabalho publica os dados do Caged de março.
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