Notícias e análises da economia e do mundo dos negócios, diretamente da redação de VEJA. Cadastre-se também no grupo oficial de VEJA no Telegram clicando neste link. Edição: Larissa Quintino |
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O Ibovespa opera em queda de 0,2%, enquanto o dólar é negociado com alta de 0,5%, cotado a R$ 4,95, até o meio do dia. O movimento é de cautela no mercado internacional e doméstico na espera da última "superquarta" do ano, quando os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos anunciam decisões sobre os juros. Por aqui, o consenso do mercado é de mais um corte de 0,5 ponto percentual, finalizando o ano com a Selic em 11,75%. Nos Estados Unidos, o relatório de emprego payroll veio acima do esperado, frustrando as expectativas de afrouxamento da política monetária. Na agenda doméstica, os investidores acompanham o andamento de pautas importantes antes do recesso parlamentar para que o governo tenha mais chances de cumprir a meta de déficit fiscal zero em 2024. |
| | | O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, vem cancelando a participação em eventos e reuniões para focar na aprovação de projetos que podem aumentar a arrecadação federal, de olho na meta fiscal de 2024. A estimativa inicial da Fazenda é que três medidas – mudanças nos Juros Sobre Capital Próprio, medida provisória das subvenções e taxação das apostas esportivas – poderiam engordar o caixa em R$ 47 bilhões. O montante, no entanto, deve ser reduzido com alterações de parlamentares. Para além da resistência de deputados e senadores em alguns projetos, como a MP das subvenções, que prevê barrar benefícios tributários de empresas que não sejam usados em investimentos, Haddad luta contra a agenda cheia no Congresso: análise de vetos, sabatinas dos indicados a STF e PGR, além da votação dos projetos de lei orçamentária para o próximo ano tornam a missão de aprovar tudo até o dia 22 – antes do recesso – bem complexa. |
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O repórter Diego Gimenes entrevistou Bruno Corano, economista e fundador da gestora Corano Capital, para o programa VEJA Mercado desta segunda-feira. O especialista afirma que os cortes na taxa Selic só devem romper a barreira dos 9% em caso de mudança no cenário macroeconômico americano. A avaliação é que uma possível extensão dos cortes no Brasil só aconteceria caso o banco central americano começasse a reduzir os juros por lá. Corano diz que o cenário é positivo e que o Fed deve começar a discutir o assunto no primeiro trimestre de 2024. Para não perder nenhuma edição do programa, siga o canal de VEJA no YouTube e também no Spotify. |
| | | Uma pesquisa da plataforma online de vendas OLX mostra que menos da metade dos brasileiros pretende presentear alguém no Natal de 2023 — 44% dos entrevistados. Como mostra o Radar Econômico, o valor dos presentes não deve ultrapassar os 100 reais para 48% daqueles que desejam presentar na data. Apenas 11% devem gastar 500 reais ou mais. Os preços são um dos fatores que pesam na decisão dos brasileiros: 48% afirmam que os produtos estão mais caros em relação ao ano passado. A pesquisa online entrevistou 300 pessoas, foi encomendada pela OLX e realizada pela MindMiners. |
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