| É praticamente impossível pensar o mundo atual sem o tráfego de dados. A conversa no WhatsApp, a transação bancária via aplicativo e o delivery que chega na porta de casa depois do pedido com um clique são possíveis porque os dados permitem a comunicação. Para que tantos dados circulem são necessárias antenas, cabos e servidores que precisam de muita energia para funcionar. Por isso as empresas de telecomunicação são grandes consumidores de energia e têm nesse ponto um desafio de sustentabilidade. A Vivo, que atingiu 99 milhões de acessos em 2021, está investindo em geração distribuída (energia elétrica gerada no local de consumo) por meio da construção de usinas solares, hídricas e de biogás. Já são 23 usinas em funcionamento e a previsão é inaugurar mais 62 ainda em 2022, totalizando 85 em 24 estados mais o Distrito Federal. Quando concluídas, elas vão responder por 89% do consumo em baixa tensão da companhia, como antenas, lojas e escritórios. Juntas, devem produzir cerca de 711 mil MWh/ano de energia, o suficiente para abastecer todo o consumo de uma cidade de até 320 mil habitantes. Hoje, a empresa cumpre a meta, antecipada, de contar com fontes 100% renováveis por meio da aquisição dos certificados. A NetZero, o diretor de Patrimônio da Vivo, Caio Guimarães, explica por que a empresa decidiu construir usinas mesmo depois de atingir a meta de sustentabilidade. |
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