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| | | | Hoje, o cenário é de incerteza para Lula e Bolsonaro. O primeiro tem visto sua popularidade cair pesquisa após pesquisa e o segundo está inelegível e ainda pode ser condenado no STF. Diante disso, planos alternativos para 2026 são elaborados e, ao menos à direita, um nome tem deixado o estado de hibernação. Capa de VEJA desta semana mostra que as pressões políticas e econômicas para Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, virar presidenciável aumentaram. Em público, ele diz que concorrerá à reeleição, mas nos bastidores, há sinais de que o político flerta cada vez mais com a possibilidade de disputar a Presidência. A estratégia é clara. Se será candidato, só o tempo dirá. | | | ARGUMENTOS CONTRA DENÚNCIA | | |
| Jair Bolsonaro apresentou ao STF sua defesa no caso da tentativa de golpe. Na petição, argumenta que seu caso deveria ser julgado pelo plenário da Corte e pede a implementação do juízo de garantias, algo que nunca saiu do papel no Judiciário. O ex-presidente diz que há nulidades nas investigações e pede a anulação da delação de Mauro Cid, além de negar participação no 8 de Janeiro. O político pediu também que treze pessoas sejam suas testemunhas, entre elas Tarcísio de Freitas, Ciro Nogueira, Hamilton Mourão e Eduardo Pazuello. | | | O Banco Central endureceu as exigências na hora de criar ou alterar chaves Pix, com o objetivo de evitar fraudes e golpes como o roubo dos dados para o uso de terceiros. Entre as mudanças, a autarquia passa a exigir que os bancos e instituições financeiras onde a chave é cadastrada verifiquem e apenas aceitem registros que tenham o nome igual ao registrado na Receita Federal para o mesmo CPF ou CNPJ. Chaves pertencentes a CPFs inválidos na Receita não poderão ser cadastradas e as já criadas nessa situação terão que ser excluídas. O BC diz que cerca de 8 milhões de chaves de CPFs irregulares podem ser canceladas. | | | Após reunião com ministros e representantes do setor, o vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou medidas para conter a alta dos preços dos alimentos. Segundo ele, o governo vai zerar as tarifas de importação de alguns produtos, como café, carne, açúcar, milho, óleo de girassol, azeite de oliva, sardinha, biscoitos e massa alimentícia. Ele também afirmou que será levado aos governadores um pedido para que seja zerado o ICMS sobre a cesta básica e um trabalho de publicidade dos melhores preços "para ajudar o consumidor". | | | O economista chileno Pablo Bello Arellano mal havia deixado um alto cargo na diretoria da Meta quando foi anunciado para um posto de terceiro escalão no Ministério da Fazenda, com salário de R$ 7,7 mil. Não há nada de ilegal na atitude em si, mas a atuação do servidor no espinhoso tema da regulação das redes sociais acendeu um alerta em alguns ministérios. Reclamações e insinuações de que o assessor poderia estar atuando de forma camuflada em favor de interesses da empresa de Mark Zuckerberg chegaram ao Planalto. Isso ocorre porque Bello, em reuniões, foi a favor de tirar o WhatsApp da lista de aplicativos sujeitos à regulamentação. Isolado e na contramão do que o governo defende, o servidor acabou cedendo de última hora. | | | AMARELAS: INDERMIT GILL | | |
| "Das grandes economias, o Brasil foi a mais mal gerida do mundo no ano passado." Essa é a avaliação que o economista-chefe do Banco Mundial, Indermit Gill, fez, em entrevista a VEJA, sobre a gestão econômica brasileira. Na conversa, o indiano explica a sua avaliação, criticando o aumento da dívida pública nacional, e fala sobre os impactos do tarifaço de Donald Trump na economia global. Para ele, o protecionismo americano responde em grande parte pelos novos obstáculos que nações enfrentam para transitar da faixa da renda média para a alta. Leia aqui a entrevista completa. |
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