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O Ibovespa opera em ligeira queda, aos 131,9 mil pontos, enquanto o dólar comercial sobe, vendido a R$ 5,67 até o meio do dia. O mercado reage às decisões de política monetária dos bancos centrais brasileiro e americano. Ambas as decisões já estavam amplamente precificadas, com o Banco Central do Brasil elevando a Selic para 14,25% ao ano, e o Federal Reserve mantendo a taxa de juros entre 4,25% e 4,5%. A elevação dos juros por aqui tem como consequência um aumento das dificuldades para as empresas, provocado pelo encarecimento do crédito. Além disso, nesse cenário, os investimentos em renda fixa se tornam mais atrativos em comparação aos ativos de renda variável, como as ações, que envolvem maior risco. |
O repórter Diego Gimenes entrevistou Reinaldo Le Grazie, sócio da gestora Panamby Capital e ex-diretor do Banco Central, para o programa VEJA Mercado desta quinta-feira. O especialista afirmou que o tom do Copom em seu comunicado foi mais duro do que o mercado esperava, mas que considera a comunicação da instituição consistente. Para ele, a atual trajetória da inflação e da atividade econômica brasileira ainda é insuficiente para justificar cortes de juros em 2025. O economista comenta ainda a decisão do banco central americano e diz que Europa e Brasil estão se beneficiando de uma saída de capital dos Estados Unidos "como há muito tempo não se via". O VEJA Mercado é transmitido de segunda a sexta, ao vivo no YouTube, Facebook, Twitter, LinkedIn e VEJA+, a partir das 10h. |
Além da manutenção das taxas de juros, o banco central americano revisou suas previsões para a economia neste ano, reduzindo a expectativa de crescimento dos EUA e aumentando a projeção para a inflação. A autoridade monetária agora estima que o PIB crescerá 1,7% em 2025, abaixo da previsão de 2,1% feita no final de 2024. A inflação, por sua vez, deve encerrar o ano em 2,7%, superando os 2,5% projetados em dezembro. A meta do Federal Reserve, o BC de lá, permanece em 2%. As projeções irritaram Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Ele recorreu à sua plataforma Truth Social para criticar a postura do Fed e exigir cortes imediatos nos juros. "O Fed estaria muito melhor cortando os juros, já que as tarifas dos EUA começam a se acomodar (aliviar!) na economia. Façam a coisa certa", escreveu, aumentando a pressão pública sobre a autoridade monetária. |
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