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O dólar sobe nesta sexta-feira, 21, e volta a superar os R$ 5,70 após quatro sessões consecutivas abaixo desse valor. Até o meio do dia, a moeda era vendida a R$ 5,73. O real segue a desvalorização de outras moedas emergentes, pressionado pelo aumento da aversão ao risco diante das projeções do banco central americano, que apontam para uma menor expansão econômica e maior inflação, reforçando o risco de estagflação. O Ibovespa, principal índice da B3, opera em ligeira alta, aos 132 mil pontos. Os investidores repercutem a aprovação do Orçamento de 2025 pelo Congresso Nacional. Apesar da revisão do superávit primário para R$ 15 bilhões, o mercado mantém desconfianças em relação à condução das políticas fiscais no Brasil. O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e as transferências constitucionais a estados, municípios e ao Distrito Federal ficaram fora dos limites impostos pelo arcabouço fiscal. |
Os investidores estrangeiros voltaram a aportar capital na bolsa de valores brasileira. O volume de entradas na B3 chegou a R$ 4,5 bilhões somente no mês de março, até a última segunda-feira, 17. No acumulado do ano, o saldo é positivo em mais de R$ 13 bilhões. O aumento no fluxo de capital no país é uma das razões que ajudam a explicar a queda do dólar comercial nos últimos dias. Quanto mais dólares circulam no Brasil, maior a tendência de alívio nos preços. A moeda americana chegou a ser cotada a R$ 5,67 na terça-feira, 18, o nível mais baixo do ano. Especialistas afirmam que o Brasil é um dos países beneficiados pela saída de capital dos Estados Unidos. Leia mais no Radar Econômico. |
O Programa Crédito do Trabalhador começa a valer nesta sexta-feira, 21. A iniciativa contempla empregados do setor privado com carteira assinada. O crédito consignado, já consolidado entre servidores públicos e aposentados do INSS, cobra juros menores que outras linhas graças ao desconto direto em folha – o que reduz o risco de calote. Na iniciativa privada, essa modalidade já existia, mas tinha pouca adesão. O entrave estava na burocracia: só era possível contratar o crédito com bancos que tivessem convênios específicos com o empregador. Em 2024, o volume de crédito consignado privado somou R$ 39,7 bilhões, bem abaixo dos R$ 270,8 bilhões movimentados pelo INSS e dos R$ 365,4 bilhões no setor público. Agora, a ideia é baratear o crédito ao aumentar a concorrência entre bancos e oferecer mais informações sobre os trabalhadores para que as instituições financeiras aprofundem sua análise de risco. A expectativa da Febraban, a Federação Brasileira de Bancos, é de que o estoque de crédito dessa linha supere R$ 120 bilhões em 2025. |
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