| | Notícias e análises da economia e do mundo dos negócios, diretamente da redação de VEJA. Inscreva-se para receber as newletters de VEJA clicando neste link. | |
|
|
---|
| |
O dólar registra alta pelo terceiro dia consecutivo e era cotado a R$ 5,76 às 12h30, impulsionado pelas incertezas da política comercial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em 2 de abril, entrarão em vigor as tarifas recíprocas, aumentando o clima de cautela no mercado e favorecendo a busca por proteção. Apesar das preocupações inflacionárias geradas pelo maior protecionismo, o índice de preços (PCE) veio em linha com as previsões, com a inflação anual acumulando alta de 2,5% em fevereiro. Esse resultado sugere que o Fed pode ter espaço para cortar os juros, embora o contexto ainda esteja marcado por incertezas. A queda nos preços das commodities também contribui para manter o câmbio pressionado. O minério de ferro e o petróleo estão sendo negociados em baixa, o que ajuda a explicar, em parte, as perdas do Ibovespa, que operava aos 132 mil pontos no meio do dia. No cenário doméstico, o mercado reage ao aumento da taxa de desemprego, que subiu para 6,8% em fevereiro. Outro ponto de atenção é a indicação do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, para o Conselho Fiscal da Eletrobras, o que faz as ações da companhia caírem mais de 1%. |
A repórter Camila Barros entrevistou Luciano Costa, economista-chefe da Monte Bravo Corretora, para o programa VEJA Mercado desta sexta-feira, 28. Segundo ele, apesar do aumento recente do nível de desemprego, o Brasil ainda está beirando o pleno emprego. "A inflação, especialmente a de serviços, mostra que o emprego ainda está bastante aquecido" disse. "Se não for pleno emprego, é próximo disso." Via de regra, quando a economia atinge ou ultrapassa o pleno emprego, a escassez de trabalhadores pressiona os salários para cima, o que costuma aumentar os preços dos produtos. A taxa de desemprego foi de 6,8% no trimestre encerrado em fevereiro. O resultado é 0,7 ponto percentual maior que os 6,1% do trimestre anterior – um aumento que reflete o fim das vagas temporárias tradicionalmente abertas durante o Natal e o Ano Novo. O VEJA Mercado vai ao ar diariamente às 10h pelo VEJA + , Youtube e nas redes sociais de VEJA |
DESAFIANDO AS ESTATÍSTICAS |
Os pesquisadores Baruch Lev, da NYU Stern School of Business, e Feng Gu, da Universidade de Buffalo analisaram 40 000 incorporações realizadas nos últimos quarenta anos e constataram que 75% delas falharam miseravelmente em gerar os resultados esperados, sejam de aumento das receitas, geração de caixa ou conquista de mercados. Chances tão desfavoráveis, contudo, não inibiram o Grupo Fleury de realizar 47 aquisições e uma fusão de 2002 a 2024 — e ainda arrancar elogios do mercado. "O Fleury mostrou que sabe fazer boas compras e entregar resultados", diz Guilherme Vianna, analista do setor de saúde da corretora Genial Investimentos. Fundada na cidade de São Paulo em 1926 pelo médico Gastão Fleury da Silveira e, portanto, prestes a completar 100 anos, a empresa esteve entre as protagonistas das duas grandes ondas de junção vistas na sua área desde a virada do século. |
|
---|
| |
| | | | |
| | |
|
|
|
---|
| |
Este e-mail foi enviado para você pela VEJA. Para garantir o recebimento correto em sua caixa de entrada, por favor adicione o nosso e-mail, vejanegocios@abrilmultimidia.com.br, ao seu catálogo de endereços.
Veja nossa Política de Privacidade. Para cancelar o recebimento dos nossos e-mails |
| |
|
|
---|
|
© 2025 Abril Comunicações |
|
---|
|
|
|
Nenhum comentário:
Postar um comentário