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O Ibovespa opera em alta nesta quarta-feira, passando dos 132 mil pontos, enquanto o dólar recua, vendido a R$ 5,65 até o meio do dia. O mercado aguarda as decisões de juros do Federal Reserve, nos Estados Unidos, e do Comitê de Política Monetária (Copom), no Brasil. Nos EUA, a expectativa é unânime pela manutenção da taxa em 4,5%. A dúvida está no tom do comunicado, em meio à incerteza sobre como o Fed interpretará as mudanças na política tarifária de Donald Trump. No Brasil, o mercado projeta alta de 1 ponto percentual, levando a Selic a 14,25% ao ano, conforme sinalizado na última reunião. O foco recai sobre o comunicado – especialmente se o Copom indicará uma orientação para os próximos encontros. Os investidores também repercutem as projeções do mercado divulgadas pelo Ministério da Fazenda, que estimam déficit primário menor em 2025 e 2026. |
O repórter Diego Gimenes entrevistou André Braz, economista e coordenador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), unidade da Fundação Getulio Vargas (FGV), para o programa VEJA Mercado desta quarta-feira. O especialista afirmou que está mais otimista quanto ao rumo da inflação de alimentos no Brasil e que a recente queda do dólar deve ajudar a desacelerar a alta de preços dessa categoria. Ele faz um novo alerta sobre um possível aumento da dívida pública brasileira após a apresentação da proposta oficial de isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil por mês e diz que o governo deveria ter mais objetividade na política fiscal. Braz defende ainda uma pausa no ciclo de alta de juros após a reunião do Copom desta quarta-feira e considera que a instituição deveria avaliar melhor os efeitos das atuais taxas sobre a economia brasileira. O VEJA Mercado é transmitido de segunda a sexta, ao vivo no YouTube, Facebook, Twitter, LinkedIn e VEJA+, a partir das 10h. |
A avaliação do governo Lula pelo mercado financeiro foi negativa por 88% dos entrevistados na pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira. A desaprovação recuou dois pontos percentuais em relação ao último levantamento, divulgado em dezembro. Enquanto a avaliação de Lula demonstrou uma discreta melhora, a do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, piorou significativamente. O chefe da área econômica do governo tem sua atuação avaliada como negativa por 58% dos entrevistados, ante 24% no levantamento anterior. Os agentes do mercado também percebem uma redução da força das ações do Ministério da Fazenda: 85% dos consultados acreditam que há uma queda nessa influência, comparados a 61% em novembro. Em março do ano passado, apenas 14% consideravam que o ministro tinha pouca influência dentro do governo. Dos nomes pesquisados, apenas Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, conta com a simpatia dos investidores no momento: 45% consideram seu trabalho positivo. |
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