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O Ibovespa, principal índice da B3, operava em alta no meio desta quarta-feira, superando os 132 mil pontos, impulsionado pelo avanço das commodities. Os futuros do petróleo Brent registravam valorização de mais de 1% em meio a temores de uma possível restrição na oferta, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar impor tarifas a países que compram petróleo e gás da Venezuela. O minério de ferro fechou em alta de 0,19%, cotado a US$ 107,46 nos mercados de Dalian, na China. O dia tem agenda vazia, e os investidores estão cautelosos à espera dos dados de inflação no Brasil (IPCA-15) e nos EUA (PCE), que saem amanhã. O dólar sobe levemente e era cotado a R$ 5,73 até o meio do dia diante de uma maior aversão ao risco, provocada pelos efeitos incertos da guerra comercial e pela expectativa das tarifas recíprocas, que devem ser anunciadas no dia 2 de abril. |
Ano a ano, os brasileiros estão sentindo no bolso o peso da inflação dos ovos de Páscoa. Segundo levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), os tradicionais ovos de chocolate ficaram 9,52% mais caros em relação a 2024. Nos últimos três anos, a alta acumulada chega a 43%. O maior aumento ocorreu em 2023, quando os ovos de Páscoa registraram um salto de 18,61% nos preços. Já em 2024, a alta foi um pouco mais modesta, mas ainda significativa: 10,33%. Outros itens típicos da Páscoa tiveram reajustes ainda mais expressivos. O chocolate, principal matéria-prima dos ovos, disparou 27,09%, enquanto os bombons encareceram 13,58%. De acordo com Guilherme Moreira, coordenador do IPC-Fipe, a alta dos custos de produção é o principal fator por trás do encarecimento dos produtos. "Questões climáticas causaram queda na oferta mundial do cacau, disparando o preço desse importante insumo nos últimos três anos", explica. |
Em um discurso a empresários e autoridades durante sua visita oficial ao Japão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o livre comércio, o multilateralismo e a democracia. "Nós não queremos mais muros, não queremos mais guerra fria, não queremos ser prisioneiros da ignorância. Queremos ser livres e praticar a liberdade", disse Lula nesta quarta-feira. Ele criticou o avanço da "extrema direita protecionista" no mundo meio às medidas econômicas e políticas do novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – apesar da cutucada, Lula não mencionou nominalmente o republicano. A viagem do presidente brasileiro ao Japão, iniciada na segunda-feira, tem como objetivo fortalecer as relações comerciais entre os dois países. Nesta quarta, foi anunciado um acordo para a venda de 15 aviões fabricados pela Embraer para a All Nippon Airways, a maior companhia aérea do país. |
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