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| | | | Em discurso a apoiadores em Copacabana, Jair Bolsonaro evitou ataques diretos ao STF, que pode torná-lo réu ainda este mês por tentativa de golpe, mas chamou de "farsa" o inquérito que o acusa de liderar a trama. O ex-presidente comparou a atuação do Supremo e da PGR à ditadura de Maduro na Venezuela e acusou a Justiça de 'trabalhar no escurinho do cinema' para eleger Lula. O político defendeu a anistia aos detidos pelo 8 de Janeiro e disse que 'vai ser um problema para eles, preso ou morto'. O ato, que foi menor do que a estimativa, contou com a presença de outros políticos, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que defendeu anistia, criticou Lula e exaltou Bolsonaro. | | | Apesar de parecer blindado de reformas ministeriais e com seus representantes ocupando alguns dos mais prestigiados cargos do governo, o MDB já começa a vislumbrar a possibilidade de não apoiar Lula em 2026. Segundo maior partido em prefeituras, a sigla vive um racha interno sobre o endosso ao presidente e ao PT no próximo pleito. Os atuais ministros - Simone Tebet, Renan Filho e Jader Filho - defendem a continuidade da aliança, inclusive compondo a chapa petista. Outras figuras, porém, acendem o alerta com a impopularidade de Lula e elevam a carga por uma alternativa. | | | Em pé de guerra com parlamentares que apoiam Bolsonaro e acusam o STF de ativismo judicial, ministros da Corte acreditam ter uma permanente fonte de desgaste que tende a virar arma política na mão de deputados e senadores de oposição. Para integrantes do Supremo ouvidos por VEJA sob reserva, o telhado de vidro do tribunal não é outro senão os supersalários do Judiciário. Embora os juízes não tenham eles próprios vencimentos exorbitantes, partiram de lá decisões que abriram a porteira para diversos tipos de penduricalhos no setor. |
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