É difícil não concordar com Chico Alves: o Brasil está doente e precisa se tratar. Estamos olhando o mal nos olhos, completa Madeleine Lacsko. Ela e Casagrande tentam imaginar a dor que os pais das crianças assassinadas em Blumenau estão sentindo, mas é impossível. O comentarista pede apenas que eles tenham fé. É importante que pensemos em formas de prevenir a violência nas escolas, que seguem uma lógica de imitação e glorificação dos assassinos. Precisamos achar maneiras de conter o contágio dessa doença, nas palavras de Tales Faria. Leonardo Sakamoto oferece algumas ideias. E, para além do caso específico, Milly Lacombe reflete sobre o papel da imprensa na formação de uma sociedade violenta. |
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