Na semana que vem, Ricardo Lewandowski deve deixar o STF. Talvez Lula ainda enrole para apontar um substituto, mas, no momento, o nome mais ventilado segue sendo o de Cristiano Zanin. A ideia era indigesta para os colunistas do UOL quando foi lançada, e o tempo não fez nada para melhorar seu efeito. Madeleine Lacsko, além de lembrar que o criminalista, obviamente, não é mulher nem preto -o que contraria a agenda de diversidade do governo-, é, mais uma vez obviamente, advogado do presidente. E constrói um raciocínio difícil de refutar: "Se Bolsonaro indicasse Frederick Wassef e a reação fosse a mesma, ele teria feito. Antes que alguma paquita de político - bolsomínion ou luloafetiva - lance a carta mágica da "falsa simetria", eu sei que Zanin e Wassef são diferentes. Também sei que Bolsonaro e Lula são diferentes. Igual seria a ação de indicar o advogado que defende criminalmente o presidente." Hoje, Lula reclamou que aliados ficam tentando plantar possíveis candidatos pela imprensa. Josias de Souza refresca a memória do petista, que, afinal, começou a semeadura em março, ao dizer que "todo mundo entenderia" se ele indicasse seu defensor ao, glup, Pretório Excelso. Lembra também a egrégia esquisitice que seria a herança por Zanin de processo contra Sergio Moro, por exemplo. |
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