| Toda empresa busca mentes brilhantes, e no caso da SAP, gigante alemã de tecnologia conhecida pelos seus sistemas de gestão, não é diferente. Para ampliar seu radar para talentos e tornar a empresa mais inclusiva, desde 2015 a operação no Brasil adota um programa para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), que compromete a comunicação e interação social. Indivíduos com sintomas brandos dessa condição são completamente aptos ao trabalho, mas o preconceito mantém grande parcela deles fora do mercado. A SAP tem mundialmente o programa Autism at Work, iniciado em 2013 e que conta com cerca de 140 colaboradores com TEA em 13 países. No Brasil são 29 funcionários, a maioria em equipes de programação e desenvolvimento, onde a capacidade de foco e o olhar para o detalhe são pontos fortes. No programa, a preocupação em manter o funcionário é tão grande quanto a hora da contratação. A atenção para a adaptação, e principalmente para a comunicação com o colaborador, é central para o êxito da parceria. A definição de tarefas bem delineadas, metas claras e feedbacks objetivos são algumas das diretrizes da empresa para atrair e manter esses talentos. A gerente de RH da SAP Brasil, Eliane De Mitry, conta o segredo do sucesso do modelo. |
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