"A longevidade é uma revolução", disse a apresentadora Leilane Neubarth em entrevista à Universa. Para a jornalista, que aos 62 anos prega a liberdade de se aceitar como é, o pavor de envelhecer é algo que ficou no passado. Na newsletter dessa semana revisitamos matérias sobre o etarismo (preconceito com a idade), com a intenção de ajudar as mulheres a superarem o medo de envelhecer. Como disse Leilane em outro trecho da conversa: "A gente envelhece sim, as rugas aparecem; e daí? Vamos fazer o quê? Ficar triste por isso é que não dá!". — Na tela da TV desde os 20 anos de idade, Leilane teve o seu envelhecimento "retratado" nas televisões do Brasil inteiro. Ela conta que aos 40, achava que a vida acabaria naquela idade, que o futuro não existia. Hoje, 22 anos mais velha, com filhos, neto e uma namorada, ela assume a liberdade de ser quem é, e leva esta mensagem em seu novo programa "O tempo que a gente tem", exibido nas telas da GNT. Veja a íntegra do papo com a jornalista clicando aqui. — Outra personalidade da TV brasileira que luta abertamente contra o etarismo é Claudia Raia. Recentemente ela falou sobre o assunto para nossa redação. "Luto contra velhofobia. Estou melhor agora do que aos 30", afirmou, complementando: "Acho um erro querer aparentar uma idade que não se tem mais". Se Claudia Raia disse, quem somos nós para negar, não é mesmo? — Tania Khallil, aos 44 anos de idade, acredita que quando a mulher chega na casa dos 40, ela se torna dona de si, mas se sente perdida. Em um bate-papo, ela abriu detalhes sobre o projeto "Meu Tempo", em que aborda as conquistas, trajetórias, amores, dores e de que forma as pessoas mais velhas gostariam de ser representadas. Confira mais! — Mas como exigir que a sociedade pare de cobrar a eterna juventude da mulher se somos nós mesmas quem muitas vezes nos pressionamos a não aceitar a velhice? Atire a primeira pedra quem nunca se repreendeu dizendo "Não tenho mais idade para isso!". Aqui nesta reportagem exploramos o tema e mostramos que, sim, não existe idade para cabelo longo, mini-saia ou tatuagem. Está na hora de deixarmos o próprio etarismo de lado. — Como fez Letícia Lanz que, aos 50, decidiu mudar de gênero após sofrer um infarto. "Aguentei muita pressão por viver uma vida sendo uma pessoa que eu não era. Até hoje eu visualizo a luz azulada do teto da UTI", falou. A transição, inclusive, não impediu que ela seguisse casada com sua mulher — a união do casal já dura há mais de 45 anos. Em um testemunho em primeira pessoa, Letícia compartilha sua história com Universa. Por hoje é só! Leia as reportagens e não se esqueça: somos livres para envelhecer e ninguém pode nos tirar o prazer da maturidade.

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