segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Resumo VEJA: Coronavírus

As principais informações sobre o impacto da pandemia no Brasil e no mundo
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Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 31.084.007 contaminados e 961.066 mortos no mundo. No Brasil são 4.544.629 contaminados e 136.895 mortos. Os números são da Universidade Johns Hopkins.

MORTES EM QUEDA

A média móvel de óbitos por Covid-19 caiu em doze estados e apresentou estabilidade em outros catorze, em comparação com duas semanas atrás, segundo levantamento de VEJA . As taxas recuaram no Distrito Federal e em unidades da federação muito afetadas pela doença, como Amazonas e Ceará, além de Santa Catarina, Alagoas e Mato Grosso. Já entre os que ficaram estáveis no período estão São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Sul. O único estado onde o índice aumentou foi o Rio de Janeiro. Em relação ao número de casos, a situação é parecida, com queda em treze estados, incluindo São Paulo, estabilidade em doze e alta em dois.
 


AS PRIMEIRAS VACINAS

O Instituto Butantan, administrado pelo governo de São Paulo, vai receber nos próximos dias cinco milhões de doses da CoronaVac, a vacina da chinesa Sinovac contra a Covid-19. O medicamento, conforme mostra o Radar, será envasado e ficará pronto para aplicação, dependendo apenas do fim dos testes e liberação da Anvisa. Já o governo federal confirmou a intenção de aderir à iniciativa global pelo imunizante, a Covax Facility. A iniciativa inédita, co-liderada pela OMS, tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento de vacinas e ajudar na produção e distribuição mais eficaz e justa por todo o mundo.


PARA ONDE VIAJAR?

Setor muito afetado pela pandemia, o turismo internacional começa a dar sinais de recuperação. Mas, se destinos como União Europeia, EUA e Argentina ainda não permitem a entrada livre de pessoas que saem do Brasil, para onde ir? Matéria de VEJA  desta semana responde a essa pergunta com uma lista de países onde os brasileiros já são bem-vindos. Entre as 43 nações, os destaques ficam para Turquia, Marrocos, Bahamas, México e Reino Unido, uma das poucas que pedem quarentena de 14 dias ao pousar. Na maioria delas, não há exigências e, em algumas, pede-se o teste ao embarcar ou ao chegar no destino. Um sinal animador para os viajantes.


PROTEÇÃO DOS ÓCULOS

Um estudo publicado por uma conceituada revista de oftalmologia dos EUA apontou que usar óculos diariamente pode reduzir o risco de contrair o novo coronavírus. Segundo os pesquisadores, pessoas que precisam do acessório têm uma probabilidade cinco vezes menor de se infectar do que aquelas que não usam. A principal hipótese para isso, de acordo com os autores, é que as armações impedem ou desencorajam os usuários de tocarem os olhos e evitam a transferência do vírus das mãos para a região - um importante canal para a entrada da doença. Vale ressaltar que a descoberta mostra uma associação e não uma comprovação de causa e consequência.

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