Bom dia!
A semana começa sob o forte impacto da disparada dos preços internacionais do petróleo, refletindo a decisão de grandes produtores, como o Kwait, o Irã e o Iraque, de cortar a produção em resposta ao fechamento do Estreito de Ormuz. Nesta segunda-feira 9, o barril do tipo Brent sobe cerca de 10% e é cotado ao redor de 102 dólares.
Segundo a imprensa estrangeira, o G7, grupo composto pelos países mais ricos do mundo, deve discutir a liberação de parte das reservas estratégicas de petróleo para atenuar a alta, enquanto o presidente americano, Donald Trump, minimiza o salto da commodity em suas redes sociais, ao afirmar que é "um pequeno preço a pagar" pela queda do regime dos aiatolás no Irã.
O mercado, porém, não parece disposto a pagar tal preço. A preocupação com uma escalada da inflação e, por tabela, das taxas de juros derruba as principais bolsas de valores nesta manhã. Da Ásia à Europa, passando pelos índices futuros de Wall Street, as fortes quedas são generalizadas – e o Brasil não deve escapar.
Por volta das 7h, o iShares MSCI Brazil (EWZ), um ETF que espelha as principais ADRs de ações brasileiras negociadas na Bolsa de Nova York, recuava 1,68% na pré-abertura e era cotado a 35,67 dólares. Bons negócios. |
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