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| | | | GLEISI E PADILHA CHEGAM... | | |
| Ao assumir a Secretaria de Relações Institucionais, pasta responsável pela articulação política do governo, Gleisi Hoffmann elogiou o trabalho do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com quem já teve atritos, e disse que vai priorizar a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. A petista também exaltou Alexandre de Moraes e o STF. Conforme mostra o Radar, Gleisi assume o cargo com foco na reeleição de Lula em 2026. A cerimônia também marcou a chegada de Alexandre Padilha ao Ministério da Saúde. Em seu discurso, ele criticou os "negacionistas" do governo anterior que "têm as mãos sujas de sangue" devido às mortes durante a pandemia de covid-19. | | | Padilha assumiu o cargo no lugar de Nísia Trindade. A ex-ministra participou do evento no Planalto e fez um desabafo diante de Lula e outras autoridades. Segundo ela, seu trabalho foi alvo de uma "campanha sistemática e misógina" desde o início da gestão, na qual tentaram "desvalorizar seu trabalho, capacidade e idoneidade". Nísia ressaltou, porém, que "o sentimento predominante" ao deixar o posto é de "satisfação por ter feito parte da equipe do presidente Lula e ter servido ao meu país". | | | PREOCUPAÇÃO NO MERCADO | | |
| Os economistas consultados pelo Banco Central voltaram a subir a projeção para a inflação deste ano. Segundo o Boletim Focus, o IPCA deve encerrar 2025 em 5,68%, acima até mesmo do teto da meta, que é de 4,5%. No caso da taxa de juros, os analistas acreditam que ela ficará em 15% ao fim deste ano. Para o PIB, a aposta é de uma expansão de 2,01% em 2025, enquanto o dólar deve encerrar valendo R$ 5,99. Nesta segunda, o mercado reagiu à previsão do boletim, bem como às falas de Donald Trump sobre a economia americana, e o Ibovespa registrou baixa de 0,41%, enquanto a moeda americana subiu 1,06%, cotada a R$ 5,85. | | | NOVO APELO DE BOLSONARO | | |
| A defesa do ex-presidente recorreu da decisão que negou os pedidos para declarar os ministros do STF Flávio Dino e Cristiano Zanin impedidos de julgar a denúncia sobre a tentativa de golpe. No recurso, os advogados de Bolsonaro pedem que o caso seja julgado pelo plenário da Corte, formado pelos onze ministros, entre os quais André Mendonça e Nunes Marques, nomeados pelo próprio capitão. No mês passado, o pedido para afastar Dino e Zanin do julgamento foi rejeitado pelo presidente do Supremo, ministro Luís Roberto Barroso. |
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