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O Ibovespa, principal índice da B3, opera em alta, aos 124,4 mil pontos até o meio do dia. O comportamento do índice reflete a performance da economia brasileira, que acumulou crescimento de 3,4% no ano passado. Apesar da alta, o Produto Interno Bruto mostrou sinais de enfraquecimento: no último trimestre, o PIB avançou apenas 0,2%, um resultado abaixo da expectativa, que era de 0,5%. O mercado também repercute a decisão do governo de zerar a tarifa de importação de certos alimentos, numa tentativa de conter o aumento dos preços ao consumidor. No cenário internacional, as principais bolsas de valores dos Estados Unidos mostram recuperação após um período de perdas desencadeadas pela volatilidade da política tarifária de Donald Trump. O alívio veio com a divulgação do relatório de empregos, o chamado payroll, que apontou a criação de menos vagas do que o esperado. O dado é visto como um sinal de desaquecimento do mercado de0 trabalho, o que pode dar espaço para o Federal Reserve (Fed), banco central dos EUA, afrouxar a política monetária. Com esse cenário, o dólar comercial opera em alta, vendido a R$ 5,77. |
A editora Juliana Machado entrevistou Gustavo Cruz, estrategista da assessoria de investimentos RB, para o programa VEJA Mercado desta sexta-feira, 6. A semana se encerra com a divulgação de dois dados relevantes: os números do mercado de trabalho americano e o Produto Interno Bruto do Brasil. Enquanto as informações do chamado payroll americano mostraram uma criação de vagas abaixo do esperado, aqui o PIB veio forte em 2024, mas perdeu força no quarto trimestre em relação ao terceiro. "Talvez isso possa fazer com que o Banco Central pare de subir juros mais cedo do que o esperado, sobretudo em relação ao estresse que vimos no fim do ano passado", diz Cruz. O VEJA Mercado é transmitido de segunda a sexta, ao vivo no YouTube, Facebook, Twitter, LinkedIn e VEJA+, a partir das 10h. |
Em pouco mais de um século, as mulheres conquistaram diversos direitos. De salários melhores ao direito ao voto, são inúmeros os sucessos que permitiram ao público feminino maior liberdade e força política, abrindo espaço para que elas, aos poucos, começassem a dominar os ambientes predominantemente masculinos. Mas a batalha ainda vai longe – e a realidade das empresas mostra isso: no ritmo atual, serão necessários 25 anos para atingir a equidade de gênero em cargos de liderança em companhias de médio porte. A constatação é do relatório "Women In Business 2025", produzido pela Grant Thornton, uma das maiores empresas de auditoria e consultoria do mundo. O estudo é divulgado em primeira mão por VEJA. Leia mais na reportagem de Juliana Machado. |
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