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O Ibovespa, principal índice da B3, operava com volatilidade e ligeira elevação no meio do dia, enquanto o dólar era vendido em alta, a R$ 5,81. O mercado mantém uma postura cautelosa diante da guerra comercial de Donald Trump. Nesta quarta-feira, 12, entraram em vigor as tarifas de 25% sobre o aço e o alumínio importados pelos Estados Unidos, afetando todos os países, inclusive o Brasil. A União Europeia já anunciou medidas de retaliação. O "vai e vem" nas decisões de Trump, que concedeu um novo período de trégua para México e Canadá um dia após a entrada em vigor das tarifas sobre produtos desses dois países, aumenta as incertezas no mercado. Os investidores também reagem à desaceleração da inflação ao consumidor nos EUA e à alta do IPCA no Brasil. O índice oficial de inflação brasileiro registrou alta de 1,31% em fevereiro, a maior variação para o mês em 22 anos. |
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que, embora o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenha dito que recorrerá ao princípio de reciprocidade para taxar os produtos americanos, a prioridade neste momento são as negociações com os Estados Unidos para reverter as tarifas de importação impostas pelo presidente Donald Trump ao aço e ao alumínio brasileiros. Anunciadas no início de fevereiro, as taxas entraram em vigor nesta quarta-feira. "A mesa de negociação já está aberta com o governo americano", afirmou Haddad. O ministro acrescentou que a negociação "foi bem-sucedida em outros momentos do passado", citando como exemplo as tarifas aplicadas por Trump em 2018 ao aço nacional. |
O repórter Diego Gimenes entrevistou Alexandre Chaia, economista e professor do Insper, para o programa VEJA Mercado desta quarta-feira. O especialista afirmou que a inflação de fevereiro foi ligeiramente abaixo das expectativas, apesar de representar a maior alta para o mês em 22 anos. Chaia considera que a supersafra do agro prevista para 2025 e a desvalorização do dólar em relação aos níveis de dezembro — quando chegou a custar R$ 6,27 — devem diminuir a alta nos preços ao longo do ano. Para o economista, medidas drásticas por parte do governo poderiam provocar desabastecimento e atrasar a melhora prevista para os próximos meses. Chaia comenta ainda o início da aplicação das tarifas americanas sobre o aço e o alumínio e as alfinetadas do presidente Lula em Donald Trump. O VEJA Mercado é transmitido de segunda a sexta, ao vivo no YouTube, Facebook, Twitter, LinkedIn e VEJA+, a partir das 10h. |
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