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Na Quarta-feira de Cinzas, a bolsa de valores brasileira abriu mais tarde e, por volta das 13h30, operava em ligeira alta, aos 123 mil pontos. Enquanto a B3 estava fechada durante o feriadão de Carnaval, o acirramento da guerra comercial de Trump foi assunto em todo o mundo. No entanto, nesta quarta-feira, o clima já era menos tenso. Isso porque os investidores repercutem uma fala do secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, que afirmou que os EUA podem reduzir ou até mesmo retirar as tarifas impostas sobre alguns setores, caso Canadá e México atendam à exigência de limitar a entrada de imigrantes ilegais no país. Com isso, o dólar comercial também está em queda, vendido a R$ 5,80 até o início da tarde. O mercado segue monitorando as consequências do tarifaço de Trump, que ameaça o Brasil com tarifas recíprocas, além de manter os olhos na reforma ministerial do governo Lula. |
Enquanto a economia chinesa mostra sinais de fortalecimento, com expansão sustentada no setor de serviços e na indústria, a Europa enfrenta um cenário de desaceleração com vários segmentos da economia registrando queda na produção. Em fevereiro, o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) composto da China subiu de 51,1 para 51,5, atingindo o maior número em três meses, enquanto o PMI de serviços na zona do euro caiu de 51,3 para 50,6, aproximando-se da linha que separa crescimento de retração. A recuperação da China é impulsionada pelo crescimento dos serviços e das exportações, enquanto a Europa passa por dificuldades devido ao enfraquecimento da demanda. |
CONSEQUÊNCIAS PARA A TESLA |
O momento está agitado para a Tesla, de Elon Musk. Nos últimos dias, a montadora foi alvo de protestos nos Estados Unidos e na França, com carros incendiados. Os protestos têm motivos diferentes: nos EUA, o ato foi marcado para contestar as medidas adotadas por Musk para reduzir a força de trabalho do governo federal em nome do presidente Donald Trump. Marcadas sob o slogan "Tesla Takedown", as manifestações incentivam acionistas e proprietários de veículos Tesla a se desfazerem de ações e carros da empresa para exercer pressão pública e atenuar as ações de Musk como chefe do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE). Pelo menos nove pessoas foram presas. |
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