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O dólar recua quase 1% nesta sexta-feira, mantendo a tendência de negociação abaixo de R$ 5,80 pelo terceiro pregão consecutivo. Até o meio do dia, a moeda americana era cotada a R$ 5,73. Esse movimento reflete o retorno de investidores estrangeiros à bolsa brasileira, impulsionado pela alta dos juros locais, enquanto aumentam as incertezas nos Estados Unidos sobre a política tarifária de Donald Trump. No início de 2025, a bolsa já acumulou R$ 8 bilhões em aportes estrangeiros. O Ibovespa segue em trajetória de alta, operando aos 128,4 mil pontos no meio do dia. O último pregão da semana apresenta um viés positivo, refletindo a melhora nas contas públicas, que registraram um superávit de R$ 104 bilhões em janeiro, com a dívida caindo para 75,3% do PIB. |
Os preços altos dos alimentos no supermercado, dos pratos e do cafezinho no restaurante, das mensalidades escolares, do aluguel e dos carros novos, dos insumos da indústria e das viagens internacionais são sintomas da mesma doença. Grande parte dela é provocada pelo plano do atual governo federal de estimular a economia com base no consumo (algo que já deu muito errado no passado). A falta de capacidade ociosa para manter a oferta de produtos e serviços gera inflação devido à demanda aquecida. A reportagem de capa de VEJA desta semana mostra que a economia superestimulada é incapaz de sustentar um crescimento saudável. O que o país assiste agora, com os bons dados de crescimento do PIB em 2024, são novos capítulos de um ciclo que se repete há décadas: depois de períodos curtos de evolução, a economia desaba. O resultado é a perpetuação do voo de galinha do PIB e da armadilha da renda média, situações que mantêm o sonho de ver o Brasil se tornar uma nação mais próspera sempre fora do alcance. |
O repórter Diego Gimenes entrevistou Marcelo Fonseca, economista-chefe da gestora Reag Investimentos, para o programa VEJA Mercado desta sexta-feira. O especialista afirmou que a perda de popularidade do governo Lula exige disciplina, e não populismo. A nova pesquisa Ipec/Ipsos identificou que 55% da população desaprova as ações do governo e que 41% o consideram ruim ou péssimo. Fonseca teme que o governo caia na tentação de gastar mais para tentar reverter os índices antes da eleição e diz que o ministro Fernando Haddad não tem força nem os instrumentos necessários para realizar um ajuste fiscal crível depois da reforma ministerial, na qual Gleisi Hoffmann foi alçada à Esplanada. O economista fala ainda sobre a decepção com o PIB do Brasil entre as economias do G20 e a suspensão das tarifas de importação de alguns alimentos. O VEJA Mercado é transmitido de segunda a sexta, ao vivo no YouTube, Facebook, Twitter, LinkedIn e VEJA+, a partir das 10h. |
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