Atire a primeira pedra quem, em pleno século XXI, nunca se envolveu em um relacionamento amoroso com um "boy lixo". É quase unanimidade. Mas, nesta newsletter, não queremos julgar ninguém (pode respirar tranquila, irmã. aqui é um espaço de acolhimento), pelo contrário: vamos mostrar que você não está sozinha e que este tipo de homem é tão comum que nem em realities shows, na frente de câmeras, eles têm vergonha de destilar machismo e preconceito. — Caso você não esteja por dentro das novidades dos streamings, a Netflix lançou recentemente a edição brasileira de "Casamento às cegas", um reality que propõe que desconhecidos se apaixonem antes de terem qualquer tipo de contato pessoal. Nada que vá mudar o mundo, mas é uma boa diversão para as noites frias e chuvosas. Listamos aqui alguns dos pontos altos do programa para você se inteirar do assunto. — Mas a gente já faz um alerta: os homens do casting dão um show de machismo. Com comentários sexistas e atitudes infantis, o reality se transformou em um estudo de caso sobre como o patriarcado se manifesta na relação amorosa heterossexual. Tanto é que nossa colunista Nina Lemos escreveu uma coluna a respeito, por que "Casamentos às Cegas" deveria - na verdade — se chamar "Noivas em Fuga". — Em outro texto, Nina também escreveu sobre um participante em especial. Thiago, o típico "esquerdomacho" do programa: "O cara parece legal. Você resolve dar uma chance e se envolve. Até que ele se mostra um machista de marca maior. Um tremendo boy lixo. Suas amigas reparam e tentam te fazer ver a luz. Mas você, ainda assim, continua com ele, acreditando que as coisas vão melhorar —para desespero de todo mundo que gosta de você. Sinceramente, acho que quase todas as mulheres que conheço já passaram por algo parecido". Nossa colunista está errada ou você não concorda que quase toda mulher hétero já teve um machista para chamar de seu? — Saindo agora da Netflix e indo parar na TV aberta, outra estreia recente que deu o que falar foi a nova temporada de "Verdades Secretas", minissérie da Globoplay que conta a história de "Angel", uma top model que aceita fazer programas sexuais para crescer na carreira e acaba se apaixonando por um cliente. Na vida real, modelos contaram que este tipo de aliciamento acontece, mas não de uma forma explícita como na produção de Mauro Mendonça Filho. Leia sobre! — Mais uma matéria feita por Universa sobre a estreia da minissérie foi uma entrevista com Grazzy Brugner, pole dancer que deu aula de performance "sensual" para o elenco da novela. "Lambe assim, pega o rosto dele desse jeito" e outras dicas, Grazzy conta mais nesta reportagem. Depois dessas dicas de entretenimento, a única coisa que desejamos é que você se proteja de boys lixos e se divirta em frente às telas. Até semana que vem!

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