terça-feira, 3 de dezembro de 2019

ELA: Os hits, os corpos e o borogodó do verão

E mais: As colunas de Bruno Astuto, Luana Génot e Martha Medeiros
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3 de dezembro de 2019
Olá,

Oficialmente, a estação mais quente do ano só começa no próximo dia 22. Mas os termômetros da equipe da ELA andam tão altos que nem a frente fria que custa a sair do litoral fluminense me ajudou a convencer o time de que talvez fosse prudente esperarmos mais uma semana antes de publicar o tradicional especial de verão. 

Trendsetters por natureza, a editora assistente Joana Dale e a repórter Lívia Breves fizeram um verdadeiro tour de force em busca das 20 principais tendências da estação. Da sandália ao livro, passando pela barraca da praia, o corte de cabelo e o drinque do momento, nada ficou de fora. 

A operação começou há mais de um mês, com o tempo fechando feio para nós — ou melhor, para um equivocado hotel de luxo do Nordeste. Tão logo souberam que nossa capa não traria um casal de corpo sarado escultural, mas mulheres reais, com o charme de suas curvas, rugas e cores, os proprietários do resort nos “desconvidaram” para clicar o ensaio ali. “Não é porque elas são plus size, mas porque não se enquadram no perfil dos consumidores de luxo”, disseram. Então, pessoas mais velhas, negras ou gordas não podem ser consumidoras de luxo?

Nascia ali a certeza de que não apenas faríamos a matéria com mulheres reais, mas uma edição inteira dedicada ao verão de verdade, sem filtro ou forçação. Patrícia Tremblais, editora de moda, e o repórter Gilberto Júnior compraram o barulho na hora. 

Experts, respectivamente, em imagem e reportagem de moda, os dois vasculharam agendas, contas no Instagram e composites de agências até chegarem aos nomes de Rita Carreira, Gabriela Caroli, Duda Miranda, Ana Patrocínio e Sheila O’Callaghan.

Bom verão!

marina caruso, editora da Revista Ela 
 
Passarela e redes sociais exaltam mulheres de diferentes formas, tamanhos e idades. Indústria de beachwear, no entanto, tenta acertar o passo.
O que é a masculinidade na era do pós-#MeToo? A educação machista gera violência porque é um projeto de perpetuação de poder, dominação e negação de direitos e espaços de um grupo sobre os outros. 
O cinema é uma lente de aumento exuberante. Seja qual for a história contada, é a nossa humanidade que está na tela, hiperdilatada. 
A cor do amor. Estar em um relacionamento inter-racial não é sinônimo de que o racismo acabou. 
Unidos da boa forma
Canoa havaiana, cross training e beach tennis: os esportes outdoor mais badalados do verão. Praticantes acharam um comom dar um gás na saúde e na vida social. 
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