Bom dia!
O Ibovespa sobe mais de 5% no acumulado deste curto fevereiro, ampliando a alta de janeiro e chegando a 18,54% nos ganhos de 2026. Frente ao S&P 500, mais importante índice de ações do mundo, a bolsa brasileira dá uma lavada. O S&P cai 0,43% neste mês e avança meros 0,93% em 2026.
A diferença entre os dois índices também mostra didaticamente o que o mercado financeiro tem repetido: que uma parte importante da subida da bolsa brasileira tem a ver com a mudança de comportamento dos estrangeiros, que estão diversificando investimentos em outros países.
A sexta-feira que fecha fevereiro começa no negativo em Wall Street, em um dia ainda de agenda fraca nos EUA. Por lá, o destaque é a divulgação da inflação ao produtor, sob receio de investidores que os preços tenham voltado a acelerar.
No Brasil, o destaque é a publicação do IPCA-15, medida antecedente à inflação oficial do país. Na quinta, o IGP-M, conhecido como inflação do aluguel, registrou deflação, o que indica uma desaceleração futura nos preços e eleva o espaço para o BC cortar a Selic, atualmente em 15% ao ano.
O EWZ, que vinha operando na direção contrária de Nova York, começa a sexta em queda, seguindo a tendência dos futuros em Wall Street. Nada que será capaz de apagar o excelente fevereiro das ações brasileiras. Bons negócios.
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