sábado, 23 de novembro de 2019

Como o iFood, Rappi e startups de delivery se tornaram empresas de logística

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São Paulo, 23 de novembro de 2019.

Como o iFood, Rappi e startups de delivery se tornaram empresas de logística

Em setembro deste ano, o iFood realizou 21,5 milhões de entregas no Brasil. Atualmente, a empresa conta com 116 mil restaurantes cadastrados e 83 mil entregadores para suprir a demanda.

O que parece ser um negócio de entrega de refeições, passou a ser uma empresa também de logística, pagamento e tecnologia.

Uma iniciativa semelhante acontece com a Rappi. Além de refeições, a empresa colombiana é conhecida por fazer o "delivery de tudo", e deseja se tornar um super aplicativo, reunindo diversas soluções.

Mas, além desta vertical, a startup está investindo em um outro negócio – novo no Brasil –: o das "dark kitchens" ou "cozinhas fantasmas". A Rappi está criando 100 co-workings de cozinhas em cinco capitais do país.

O objetivo é que pequenos empreendedores entrem e cresçam na plataforma, pois precisarão investir menos ao usar uma cozinha temporária.

A Rappi está escolhendo bairros com menor disponibilidade de restaurantes para fomentar a expansão geográfica e facilitar a logística nas cidades.

Pela similaridade, o delivery de refeições tem atraído outro tipo de empresas: as de corrida por aplicativo (também chamadas de "ride-hailing"). A Uber lançou a Uber Eats em 2016 e nesta quinta-feira (21) a 99 anunciou a 99 Food, o seu próprio serviço de entregas.

Além de trabalhar com motoristas, as companhias passam a trabalhar com entregadores, trazendo mais uma opção de trabalho autônomo para o país e alimentando a "gig economy".

A economia alternativa continua gerando polêmica, pois há a ausência de vínculo empregatício, de acordo com o Superior Tribunal de Justiça. Para melhorar sua imagem, as startups estão oferecendo vantagens para os seus profissionais.

O iFood, por exemplo, lançou um clube de benefícios que envolve seguro contra acidentes, desconto em planos de saúde e cursos universitários, entre outros.

Para você, as empresas de delivery de refeições impactam em outros setores além de logística e na gig economy? Quais?

Um forte abraço,

Tainá Freitas — Repórter StartSe


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