Bom dia!
Nesta sexta, é (quase) tudo sobre o petróleo. Parece um disco arranhado, mas o fato é que os preços do barril do tipo brent operam em queda nesta sexta-feira, após o presidente americano, Donald Trump, afirmar que não deve bombardear o Irã antes das eleições legislativas de meio de mandato nos EUA, que ocorrem em novembro.
Nisso, as cotações da commodity cedem porque há esperança de que ao menos o tênue equilíbrio na região, que permite algum movimento do produto, continue. A baixa nesta manhã é na faixa de 1%, para US$ 103 por barril. Parece ser suficiente para reforçar a investidores a aposta de que os juros americanos não subirão por enquanto, com a alta agora esperada para dezembro. Também ajuda a conter apostas para a inflação global, ainda que uma melhora de longo prazo não pareça estar no horizonte.
O efeito do choque do petróleo sobre a inflação é importante também para o Brasil, mesmo com investidores focando mais na corrida eleitoral do que nos indicadores da economia brasileira. Nesta sexta, o destaque é a publicação do IPCA de setembro.
Os futuros das bolsas americanas operam em alta e puxam as ações europeias e também o EWZ, o fundo que representa as companhias brasileiras em Nova York. Bons negócios.
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