Bom dia!
A superquarta que marca a queda da taxa de juros nos Estados Unidos foi precedida por um impressionante otimismo de investidores, que levou as bolsas americanas e também o Ibovespa a suas máximas históricas. O dólar entrou em uma trajetória de queda impressionante ante o real, agora cotado na casa dos R$ 5,30. Trata-se do menor patamar desde junho de 2024.
Do ponto de vista brasileiro, a explicação mora no diferencial de juros. Com a Selic a 15% ao ano e a indicação de que os juros americanos cairão para a faixa de 4,25% e 4,5%, investidores estrangeiros migram seus recursos para cá, em busca da rentabilidade polpuda.
Mas o dia começa em compasso de espera em Nova York, com os futuros americanos em viés de baixa, mas muito perto da estabilidade. O fundo EWZ, que aponta a direção para a bolsa brasileira, recua.
Nos EUA, pesa ainda a decisão da China de proibir que as empresas de tecnologia do país comprem chips da Nvidia, em uma reação que tenta diminuir a dependência dos EUA em meio a disputas geopolíticas entre os dois países.
No Brasil, investidores vão passar o dia à espera da decisão do Copom, menos pela dúvida sobre o futuro da Selic, que deve ser mantida nos 15% e mais pelo comunicado, que chega em um ambiente de economia resiliente. Na véspera, o IBGE mostrou que a taxa de desemprego do Brasil voltou a cair e está no menor nível da série histórica. Bons negócios.
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