Olá, investidor. Os mercados internacionais operavam sem tendência única na manhã desta quarta-feira (22), com investidores aguardando uma rodada de indicadores relevantes nos Estados Unidos, no penúltimo pregão antes do feriado de Natal. Depois dos ganhos da véspera, os índices de ações na Europa e em Nova York oscilavam, sem muita disposição do investidor ao risco, monitorando os números da terceira revisão do PIB dos EUA referente ao terceiro trimestre. O volume de negócios segue reduzido nesta reta final de 2021. A favor das Bolsas, repercutiu positivamente a sinalização do governo americano de novas medidas de combate à pandemia diante da disseminação da variante ômicron, descartando lockdown. Isso quer dizer menor risco de impacto da cepa na atividade econômica. A postura da gestão Joe Biden traz a lembrança da reação dos países contra a variante delta, com a economia se saindo muito melhor do que o esperado. Resta agora a dúvida se será assim também frente à ômicron, agora em uma situação de menor injeção de dinheiro por parte dos bancos centrais. Neste contexto, analistas estimam que o PIB dos EUA cresceu 2,1% no terceiro trimestre, após expansão de 6,7% no segundo trimestre. Talvez mais do que o dado do PIB, o mercado esteja atento ao indicador de preços PCE do terceiro trimestre, na esteira da guinada dos bancos centrais globais, que vão reduzir as compras de ativos no mercado contra a inflação. E por aqui, o que esperar? Por aqui, o Congresso aprovou na terça-feira (21) o relatório final do Orçamento de 2022, com destinação de R$ 4,9 bilhões para campanhas eleitorais no ano que vem. Também foi incluída a demanda do presidente Jair Bolsonaro de R$ 1,7 bilhão para reajuste salarial a policiais federais. A boa notícia é que agora o noticiário político se acalma, podendo aliviar os fatores de risco do mercado em meio à apreensão dos problemas fiscais com a proximidade do ano eleitoral. O Índice Bovespa fechou em alta de 0,46% na véspera, aos 105.499 pontos, subindo 3,52% em dezembro. No 'Investigando o Mercado' (exclusivo para assinantes do UOL Economia Investimentos): novidades da compra da Gaspetro pela Cosan e a respeito da compra de uma empresa americana de calçados feita pela Alpargatas, por R$ 2,7 bilhões. Um abraço, Felipe Bevilacqua Analista de Investimentos de Levante CNPI - Analista certificado pela Apimec Gestor CGA - Gestor de Fundos certificado pela Anbima Administrador de Recursos e Gestor autorizado pela CVM Queremos ouvir vocêTem alguma dúvida ou sugestão sobre investimentos? Mande sua pergunta para uoleconomiafinancas@uol.com.br. 
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