Oi, você! :) Se você me segue no Instagram, deve saber que tou viajando pela Índia há 10 dias! Vim passar dois meses aqui movida pela curiosidade: "como será esse lugar que dizem provocar amor e ódio com a mesma intensidade?". Afinal, comecei a viajar sozinha e fazer intercâmbios há 10 anos pra lidar com meu medo de sair da zona de conforto, que me provocava muita ansiedade. Mas, como tanta coisa nessa vida, viajar foi ficando cada vez mais fácil. Fácil demais, talvez, pra o tipo de aprendizado que gosto de ter viajando. Por isso, o que me trouxe à Índia não foi um sonho de infância, nem a vontade de conhecer algum ponto turístico específico. Foi, sim, o desejo de fazer o exercício de me abrir pra o novo, encarar minhas próprias contradições e tentar superar o umbiguismo cultural. Vim ver da Índia o que ela tiver pra me mostrar.  E já vi tanta coisa que ainda não terminei de processar. Os percursos de rickshaw com vento no rosto, as buzinas infinitas e os cheiros de incenso, temperos, lixo, perfume, fumaça, frutas e tanta coisa que nem reconheço. As mulheres lindas de sari, jeans, hijab, vestido, kurta. Os homens andando de mãos dadas ou abraçados. As crianças de farda dando tchauzinho. Os diversos tipos de pães fininhos pra pegar a comida com a mão (direita). O chai doce e quentinho. As placas em devanagari, alfabeto lindo do hindi, que eu acho que deviam estar todas em museus. O trânsito nonsense que funciona como mágica. As multidões na estação de metrô. A comida quase sempre teekha (apimentada). Os templos de diferentes religiões, a história antiquíssima e atribulada e os contrastes sociais que tanto lembram o Brasil. Os vermelhos, laranjas, amarelos, turquesas. Os sorrisos tímidos, os olhares penetrantes e as cabecinhas balançando. Eu já tinha ouvido falar sobre quase tudo isso, tinha visto fotos e vídeos e filmes, tinha conversado com viajantes e com indianos. Mas nada se compara a estar aqui. Ah, e já tive meu primeiro piriri, como esperado, mas fora isso esse país tem me tratado muito bem. Que continue assim! <3 Se quiser acompanhar a viagem, é só colar lá no Instagram @janelasabertas e ficar ligado nos posts do blog que vou publicar na volta, em abril. Ah, e aproveita pra conferir também contei como foi a viagem INCRÍVEL pra um hotel de selva na Amazônia que fiz logo antes de cruzar o planeta. ;) Links interessantes que encontrei por aí O minimalismo pode ajudar a salvar o planeta? Se não quiser ler esse texto da Deutsche Welle, fique ao menos com essa mensagem: "Se nós, como indivíduos e sociedades, priorizássemos nosso bem-estar, concentrando-nos nas coisas que realmente o fundamentam, em vez de focar nos lucros e no consumo material que flui para os lucros, então o mundo seria um lugar muito melhor em todos os aspectos". Partiu acabar com o capitalismo? Como ter um trabalho com mais significado? Discordo de alguns pontos desse texto da Vida Simples, mas gosto de outros, como a importância da gente "nunca deixar de se perguntar 'Por que estou fazendo isso ou aquilo?'" e de que "Muitas vezes, precisamos apenas experimentar, fazer sem saber se aquilo fará sentido, abrir espaço para o desconhecido agir." Me conta o que você acha? Esse site mostra quais seres vivos habitam diferentes faixas de profundidade do oceano, até o ponto mais distante do fundo do mar alcançado por seres humanos. Encontrei através do Nexo e fiquei um tempão rolando a tela e pensando em como existe um mundo inteiro embaixo d'água que a gente desconhece (e que é essencial pra nossa sobrevivência!). Posts do Janelas Abertas que merecem seu clique Hotel de selva na Amazônia: como é ficar no Juma Amazon Lodge Quanto custa viajar para a Colômbia? Gastos detalhados Imigração na Europa: documentos necessários e como funciona Como fazer seguro viagem com desconto Por que você não precisa viajar para "se encontrar" Gostou da newsletter? Encaminha pra um amigo! Recebeu de alguém? Assina aqui! :) Um abraço e boas viagens, Luísa | | | | |
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