quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Growthaholics #182 - O que os investidores analisam em uma startup?

 
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Como vai?

Nesta semana, vamos falar sobre um assunto que não sai da cabeça dos empreendedores. Alguma ideia de qual possa ser?
Eu e meus convidados, meus sócios Arthur Garutti e Felipe Collins, que trabalham com isso todos os dias, iremos falar sobre como os investidores analisam uma startup. E o que é necessário ter em mente em cada etapa do processo - do seed às séries mais avançadas.

Para descobrir, que tal ouvir o episódio no seu player favorito (links abaixo!)? A discussão promete ser bem esclarecedora e interessante!
Além disso, também quero falar com vocês um pouco sobre uma compra (curiosa) do Twitter, uma nova tendência na Gig Economy e claro, o "Bezos Earth Fund". Vem comigo!

#O que os investidores analisam em uma startup?

jerry maguire money GIF

Quando falamos em investir em uma startup, quase sempre nos vem à cabeça os valores estrondosos que são levantados durante as rodadas. Mas, por outro lado, você já se perguntou como que os investidores avaliam startups? Quais os critérios que são levados em consideração? 


Existem vários fatores que irão fazer com que o seu negócio seja atrativo para um investidor. Isso varia e evolui bastante ao passo em que a sua empresa vai passando de fase.


Por exemplo, na fase pre-seed, para os investidores é importante ver um time engajado e obcecado em resolver o problema inicial e provar sua hipótese buscando algum tipo de MVP para validação.

Em níveis mais avançados de investimento, ver a tração do business e resultados numéricos é essencial para escalar e perpetuar o negócio.


Você pode ir a fundo para entender todas as fases clicando aqui.


#Na garupa da Gig Economy


Você já ouviu falar na Mottu? A startup foi fundada há duas semanas, e já conta com 200 motos e mais de 3 mil motoboys cadastrados na plataforma. Nomes como Elie Horn, fundador da Cyrella, José Galló, ex-CEO da Renner e Ariel Lambrecht e Renato Freitas fundadores da Yellow e da 99 já estão apostando nessa ideia


O foco da empresa é alugar motos para entregadores de delivery. Hoje no Brasil existem cerca de 1,5 milhão de motoboys e, apenas 10% desse montante atua com entregas em deliverys. A previsão de Rubens Zanelatto, fundador da empresa, é que esse panorama mude drasticamente em poucos anos, assim, os pedidos que ainda são feitos por telefone, migrem totalmente para os aplicativos de entrega.


Apesar de não ser a pioneira em aluguel de motos, a empresa é a primeira que faz isso para entregadores de aplicativos. Outra diferença da Mottu para as demais empresas de aluguel, é que nela não há o business de revenda das motos. 


Para Zanelatto, as motos são apenas o início. A empresa quer se posicionar como a empresa que soluciona problemas de delivery no Brasil.


#RT nos Stories


chelsea peretti twitter GIF by Brooklyn Nine-Nine


O Twitter, ainda muito relevantes para uns e quase morta para outros, mas ainda uma das maiores do mundo, acabou de adquirir uma startup no estágio seed. A empresa se chama Chroma Labs e o valor da transação não foi divulgado.


A Chroma Labs foi fundada em 2018 por um ex-Instagram e um ex-Facebook. É uma empresa que possibilita criar stories interativos e bem bonitos, com templates, filtros e com poderosas ferramentas de textos. 


O Twitter (ainda) não possui a ferramenta que permite que seus usuários façam stories - o que é justamente a especialidade da Chroma Labs. Kayvon Beykpour, líder de produto no Twitter e co-fundador do Periscope, disse que os times irão se juntar para criar jeitos melhores e mais criativos para as pessoas se expressarem na plataforma.


Vem aí o Twitter comprando briga com os gigantes dos videozinhos Instagram, Snapchat e Tiktok. A questão que fica é? Com esse novo recurso, a plataforma de micro mensagens vai conseguir atrair novamente as gerações mais novas? Ou vai ser mais um ali no já meio saturado segmento?

#Enfrentando trade-offs

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A Magalu reportou essa semana os seus resultados do quarto trimestre de 2019, registrando uma queda de 1,5 ponto percentual em sua margem de lucro. Em justificativa, a empresa afirma que está em busca de uma qualidade melhor de seus serviços, visando entregas mais rápidas, melhor atendimento ao cliente e, até, lançar novos aplicativos de meios de pagamento.


Claro que todo esse investimento tem um custo, e eles estão dispostos a pagar por ele.


O presidente da Magalu, Frederico Trajano, afirma que a empresa está abrindo mão deste percentual em sua margem para ofercer um melhor serviço. Trajano ainda afirma que não acredita em modelo de negócios com altos descontos e promoções com o dinheiro de volta. "Vender produtos com desconto e dar um alto cashback é fácil. Vemos a concorrência agressiva com a precificação, mas o Magalu nunca gostou desse jogo", disse o executivo.


Colocando o cliente no centro - e, vá lá, sacrificando um pouco a margem - a Magalu aposta no desenvolvimento de novos mercados, onde, com certeza, ainda há muito valor a ser capturado.

 
 

#Curtinhas

  • Pensando no planeta Essa semana, Jeff Bezos anunciou em sua conta no Instagram o lançamento do "Bezos Earth Fund". Um fundo destinado a promover ações ambientais para proteger o planeta Terra. Atividades como ajudar cientistas, ativistas ONGs e "qualquer esforço que ofereça uma real oportunidade" de preservar o planeta das mudanças climáticas estão inclusas. O fundo conta com US$ 10 bilhões, o que  representa cerca de 8% da fortuna de Bezos. O investimento foi consideravelmente maior do que fez ao comprar sua nova casa, pela bagatela de US$ 165 milhões - o valor mais alto já pago por um imóvel residencial em Los Angeles. Isso representa 0,8% de seu patrimônio.

  • Para se organizar A Microsoft está trabalhando em uma nova funcionalidade para o Outlook, o Spaces. A notícia vazou por um usuário do Twitter, que fez um vídeo demonstrando como a plataforma seria. Ela parece ser bem útil para estudantes e pessoas que trabalham com projetos, pois auxilia a organizar emails, arquivos, documentos, compromissos no calendário, e to-do lists em um único espaço. Te lembra um pouco o Google Drive?

  • Aprender nunca é demais A Udemy, plataforma que oferece mais de 150.000 cursos online, desde negócios até lições de ukulele, recebeu um aporte de US$ 50 milhões do Benesse Holdings. A empresa japonesa, que atua com publicações focadas em educação, era a principal parceira da Udemy no país. A intenção da empresa com este aporte é melhorar ainda mais a oferta de cursos aos consumidores, tanto em seus conteúdos, parcerias e formatos de entrega.

  • De olho na performance Após anunciar uma queda de 53% em seu lucro líquido, o banco britânico HSBC planeja cortar 15% da sua força de trabalho no mundo, resultando em aproximadamente 35 mil pessoas. As demissões estão ligadas à uma forte estratégia de redução de custos na empresa, afirma o CEO. O plano de cortes pretende reduzir, em particular, as operações nos EUA e na Europa.

 
 
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Pedro Waengertner
CEO - ACE
 
 
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