ELA: Silvia Braz e a força do interior do Rio de Janeiro
E mais: As colunas de Bruno Astuto, Luana Génot e Martha Medeiros
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4 de fevereiro de 2020
Olá,
Uma blogueira me chamou especial atenção durante a semana de moda de Paris, em outubro passado. Ela não era apenas a mais elegante e a menos afetada de todas. Era também a única que viajava com uma criança de 5 anos.
Um café aqui, uma flûte ali... descobri que Silvia Braz — recém-eleita uma das cinco influencers de maior impacto do mundo durante a alta-costura — nasceu em Campos dos Goytacazes e tem, não uma, mas três filhas! Mais improvável que isso, só mesmo o fato de Silvia, em vez de uma babá, ter levado um funcionário homem (um “babo” em suas palavras), para ajudar a cuidar da pequena Bebela, entre um desfile e outro.
De volta ao Brasil, comentei com uma grande amiga o quanto tinha ficado impressionada com a moça. E ouvi: “O interior do Rio tem uma força na moda que o carioca desconhece”. Lembrei de uma palestra sobre os talentos de Itaperuna, no noroeste do estado, que tive o prazer de mediar durante o último Veste Rio e levei o tema a uma de nossas reuniões de pauta. Marcia Disitzer se prontificou a percorrer 300 quilômetros para conhecer, olho no olho, o maior fabricante de bermudas de surfe do país, a dona da multimarcas que conquistou o Leblon e a bordadeira que transformou a bolsa de macramê em ícone fashion.
Lívia Breves, repórter de gastronomia e lifestyle, foi além da moda: “Os gins do momento são todos do interior do Rio e tem até um vinho sendo produzido na cidade de Sebollas”, disse. “Além disso, o Solar do Império, o mais icônico hotel de Petrópolis, está sendo repaginado para focar na sustentabilidade e na História do Brasil. Por que não aproveitamos a capa com Silvia para falar de várias coisas bacanas que rolam no interior?”. Sugestão acatada. Espero que gostem!
Silvia Braz é a brasileira de maior impacto nas redes durante a semana de alta-costura. A blogueira nasceu em Campos, no interior do Rio, e hoje se divide entre Paris, São Paulo e Muriaé, em Minas.
O que representa a despedida de Jean Paul Gaultier. Seu grande legado é a costura entre dois tempos: o do privilégio excludente e o da inclusão da diversidade.
Quando uma árvore é muito mais que uma árvore. Esteve ali por 11 anos. Mais valiosa que um Van Gogh original. Até que semana passada, recebi o telefonema da dor. Ela caiu!
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