Bom dia!
Investidores começam a quarta-feira mais uma vez com um pé atrás em Wall Street, isso após terem sido desapontados pelos resultados financeiros do JP Morgan, divulgados na terça. Acontece que a frustração com o lucro menor que o esperado agora deixa o mercado financeiro receoso com os números que serão apresentados pelos concorrentes Bank of America, Citigroup e Wells Fargo.
O curioso é que o resultado "recorrente" do JP Morgan superou as expectativas. O que derrubou o lucro para abaixo das projeções foi a decisão de comprar a operação de cartões de crédito da Apple, que estavam sob o comando do Goldman Sachs.
Pesa ainda sobre o ânimo dos investidores a nova rodada de decisões da Suprema Corte dos EUA, que deve decidir sobre a legalidade do uso da lei de emergência para travar uma guerra comercial com parceiros dos americanos.
Nos EUA, a agenda ainda conta com a divulgação da inflação no atacado e o Livro Bege, que mostra as condições da economia americana e que funciona de bússola para o Fed, que se reúne na próxima quarta. Com a mira de Trump sob o BC americano, nada do que esses indicadores mostrarem será capaz de mudar a expectativa de manutenção de juros por lá.
O EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, desvia do mau-humor americano e avança no pré-mercado. No Brasil, a agenda econômica é morna. A Faria Lima aguarda com ansiedade a nova pesquisa de intenção de votos Genial/Quaest, que tem timing perfeito: os dados saem junto com a abertura do Ibovespa, às 10h. Bons negócios.
|
Nenhum comentário:
Postar um comentário