As notícias mais relevantes para o seu dia, diretamente da redação de VEJA NEGÓCIOS. Acesse também o grupo oficial no WhatsApp clicando neste link. |
|
|---|
|
|
| | | | | O Ibovespa opera em forte alta, renovando seu recorde histórico ao alcançar 183 986 pontos por volta de 13h. O desempenho ocorre em um dia decisivo para os investidores, que acompanham a chamada "superquarta", marcada pelas decisões que o Comitê de Política Monetária do Banco Central brasileiro e o Federal Reserve, nos Estados Unidos, tomam até o fim da tarde sobre cortar ou não a taxa de juros. No cenário político doméstico, uma pesquisa do PoderData revelou piora na avaliação do presidente Lula, com 57% desaprovando o governo. O dólar é negociado a R$ 5,19. | | |
|
|
|---|
|
| | | O ouro voltou ao centro do palco dos mercados, impulsionado por um velho conhecido: o medo. A corrida pelo metal é o assunto do programa Mercado desta quarta-feira, 28, apresentado por Veruska Donato. Para Renan Pieri, professor de economia da FGV, o movimento reflete mais do que especulação. Em um mundo cada vez mais volátil, o metal segue cumprindo seu papel clássico: oferecer abrigo quando o cenário fica nebuloso. O ouro à vista subiu 2,2% na segunda-feira, 26, chegando a US$ 5.089,78 por onça, depois de bater o recorde histórico de US$ 5.110,50. | | | | |
|
|
|---|
|
| | | A tentativa dos investidores globais de reduzir sua exposição a ativos dos Estados Unidos alimenta a desvalorização do dólar e beneficia economias emergentes como o Brasil, onde a moeda americana já acumula uma queda de 3,6% neste ano, considerando-se que a moeda opera hoje abaixo de R$ 5,20. Para um dos maiores gestores de fundos de investimento do país, Luís Stuhlberger, da Verde Asset, o preço justo seria bem menor: cerca de 4,40 reais. Segundo o gestor, o câmbio "ainda está extremamente fora do lugar". | | | | |
|
|
|---|
|
| | | O anúncio de que a FedEx decidiu encerrar suas operações de transporte doméstico no Brasil vai movimentar o setor de logística, com a redistribuição de volumes entre concorrentes locais. As coletas nacionais da empresa seguirão programadas até 6 de fevereiro de 2026, e as entregas já contratadas serão realizadas conforme o previsto. Com a saída, cerca de 1,7 bilhão de reais em faturamento retorna ao mercado, abrindo espaço para ajustes na cadeia logística nacional. | | |
|
|
|---|
|
| | |
| | |
|
| | | |
| | |
|
|
|---|
|
Este e-mail foi enviado para você pela VEJA NEGÓCIOS. Para garantir o recebimento correto em sua caixa de entrada, por favor adicione o nosso e-mail, veja@abrilmultimidia.com.br, ao seu catálogo de endereços. Veja nossa Política de Privacidade. |
| | |
|
|
|---|
|
|
|
Nenhum comentário:
Postar um comentário