segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Resumo VEJA: Coronavírus

As principais informações sobre o impacto da pandemia no Brasil e no mundo
 
Abril Comunicações
 
 
Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 270.201.753 contaminados e 5.307.943 mortos no mundo. No Brasil são 22.177.059 contaminados e 616.457 mortos. Os dados são da Universidade Johns Hopkins.

O número de doses de vacina aplicadas no planeta chegou a 8,45 bilhões. No Brasil são 320.037.749 de unidades administradas. Os dados são da Bloomberg (mundial) e de VEJA (nacional).
 
NOVA PORTARIA
 
Após o ministro do STF Luís Roberto Barroso determinar a obrigatoriedade do passaporte da vacina para viajantes que chegarem ao Brasil, o governo decidiu editar uma nova portaria para regulamentar a medida. A publicação no Diário Oficial da União ainda não tem data definida, mas deve ocorrer nesta semana. A medida contraria a posição pessoal do presidente Jair Bolsonaro, que criticou a Anvisa pelas recomendações a respeito do tema.
 
ATAQUE HACKER
 
O Ministério da Saúde informou que recuperou 'com sucesso' todas as informações dos brasileiros vacinados contra a Covid-19, sem perda de informações, após o ataque hacker da última sexta-feira. O ministério afirmou ainda que, "no momento, a pasta trabalha para restabelecer o mais rápido possível os sistemas para registro e emissão dos certificados de vacinação". O site do ministério e o aplicativo ConecteSUS devem voltar a funcionar nesta semana.
 
ANÁLISE AFETADA POR APAGÃO
 
A invasão aos sistemas do Ministério da Saúde fez com que a análise da pandemia no país fosse afetada. No fim de semana, foram confirmadas 139 mortes por Covid-19, o que faria com que a média móvel caísse 26,25% em comparação com duas semanas. Mas ao menos dez estados – São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rondônia, Roraima e Tocantins, além do Distrito Federal – não conseguiram cadastrar os dados da pandemia do período.
 
VACINA DA PFIZER X ÔMICRON
 
Um estudo feito em Israel mostrou que a dose de reforço da vacina da Pfizer pode proteger contra a variante ômicron do coronavírus. Os pesquisadores compararam dois grupos: o primeiro, que recebeu as duas injeções entre 5 a 6 meses atrás; e o segundo, em que os indivíduos receberam a terceira agulhada há pelo menos um mês. Descobriu-se que o primeiro grupo não possui proteção contra a cepa, mas o segundo teve aumento na neutralização do vírus. O resultado reforça o estudo preliminar feito pela própria farmacêutica.
 
 
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