Bom dia!
O ouro superou a marca histórica de 4 mil dólares, retomando sua reputação de reserva de valor em momentos de crise. Trata-se de uma máxima histórica, após a valorização de mais de 55% apenas no acumulado deste ano.
Por trás do fenômeno está uma descrença no cenário econômico atual. Parece contraintuitivo. As bolsas americanas estão também próximas de seus recordes, o que demonstraria otimismo do mercado financeiro. Mas, na prática, ao correr para o ouro, investidores têm apostado contra a moeda americana.
Isso porque o uso de ouro como reservas de bancos centrais tem crescido, em uma busca por autonomia em um momento em que há uma crise de confiança com os Estados Unidos e o dólar.
Os futuros das bolsas americanas operam perto da estabilidade nesta quinta, com os Estados Unidos sem agenda de indicadores econômicos. Por lá, o destaque fica pelas falas públicas de dirigentes do Fed.
Já o EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, avança após o Congresso deixar caducar a MP do IOF. Na véspera, o Ibovespa já celebrava a medida, que deverá ter impacto fiscal importante. Por aqui, o destaque é a divulgação do IPCA. Bons negócios.
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