Bom dia!
Investidores brasileiros passarão o dia concentrados no encontro entre o chanceler Mauro Vieira e Marco Rubio, nesse que deve ser o segundo passo nas negociações para tentar remover as tarifas que os Estados Unidos impuseram ao Brasil. O primeiro foi a ligação entre Lula e Trump, isso após o encontro dos dois na Assembleia da ONU em que rolou uma "química".
A reunião desta quinta tem como pano de fundo uma agenda fraca, mas com viés positivo para as bolsas globais. Os futuros americanos avançam, seguindo a mesma direção das bolsas europeias. O EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, também sobe.
Na véspera, a divulgação do Livro Bege do Fed mostrou que a atividade econômica segue estável, enquanto a inflação persiste e as demissões estão crescendo nos Estados Unidos. No conjunto, consolidam-se as apostas para mais dois cortes de juros nos Estados Unidos, impulsionando os mercados globais.
Na prática, um naco dessa inflação persistente nos Estados Unidos vem da guerra comercial de Donald Trump, que encarece produtos importados. Há, portanto, algum incentivo para desfazer as punições ao Brasil.
Para além da reunião EUA-Brasil, o destaque lá fora fica pela sequência de falas públicas de dirigentes do Fed. Por aqui, o Banco Central divulga o IBC-BR, medida de atividade econômica que deve mostrar reação, após o IBGE apontar recuperação do comércio e resiliência no setor de serviços.
|
Nenhum comentário:
Postar um comentário